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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Carvalho Francês, se recordem deste nome





Entre os dias de visita  a Expovinis passei por um stand que já estava presente na lista de visitações de destaque  do evento, no site da EXPOVINIS 2013.

A proposta da CARVALHO FRANCÊS se apresenta  muito atraente, por oferecer um espaço propício para degustações e a sensação de estar no ambiente de uma vinícola, enquanto segue-se degustando vinhos de guarda e vinhos estilo boutique, de pouca produção. Preferencialmente são 6 países (Argentina, Chile, Uruguai, Portugal e Espanha) que  são eleitos para as apresentações em um cenário típico de uma cave.

Conversando com o sommelier Queivin Nicoloso tive a exata sensação de como este pensamento do Bem Servir é apresentado no ambiente da Carvalho Francês.

Para os visitantes que destinaram momentos para passar e conversar com os responsáveis presentes puderam conhecer pessoalmente sobre os projetos futuros da #CarvalhoFrancês. Para aqueles que tem em sua rota de viagens o costume de passar em  Santa Catarina, não percam a oportunidade. 

Ou então... vamos aguardar futuras notícias e novidades.


** No link a seguir é mostrada com detalhes a sede do Espaço que atualmente localizada em Florianópolis.



quarta-feira, 21 de março de 2012

Posição da IBRAVIN para a Salvaguarda dos vinhos Nacionais


Trata-se de uma notícia que vem criando muita repercussão, e que por isso deve estar ainda em evidência nas informações acerca do mundo do vinho. Cabe aqui a pergunta: se esta Lei for realmente implementada, como o consumidor criterioso em sua compra e até mesmo aquele que não entende de vinhos irá se comportar nesse período de protecionismo nacional?


Matéria extraída do site http://cmaadvogados.blogspot.com.br/ , Aduana, Comércio Exterior
terça-feira, 20/03/2012

Salvaguarda deve garantir competitividade ao vinho
Pedido de produtores se apoia em plano para dar escala ao setor
Clarisse de Freitas
MARCO QUINTANA/JC
Em 2011, 78,7% da demanda foi atendida pelos importados
Em 2011, 78,7% da demanda foi atendida pelos importados
O pedido de salvaguarda ao vinho nacional, em estudo pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), não é gratuito. Quem faz a ressalva é o diretor-executivo do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Carlos Paviani. Segundo ele, a demanda apresentada há um ano e meio ao governo federal e publicada na quinta-feira passada no Diário Oficial é apenas a base para que o setor tenha tempo e condições de ganhar maior participação no mercado interno e fazer os investimentos necessários para ampliar a competitividade.
Paviani explica que, apesar do aumento do consumo de vinhos finos no País, que saltou de 68 milhões de litros em 2006 para 91 milhões de litros em 2011, a participação do produto nacional se mantém praticamente estável. Em 2006, os vinhos finos feitos por aqui tinham 18% do mercado e, no ano passado, a fatia foi de 19,5%. “A maior participação que já tivemos, nesse período, foi entre 2007 e 2009, quando chegamos a 21%, mas logo voltamos a cair”, afirma o executivo. No ano passado, 78,7% do consumo interno foi atendido por produtos importados (o equivalente a mais de US$ 261 milhões), sendo que, nesse montante, apenas 19% são de vinhos oriundos dos países-membros do Mercosul (majoritariamente da Argentina). Os grandes fornecedores de vinhos para o mercado brasileiro são o Chile, a Itália e Portugal. Para fazer frente a essa diferença, há três anos as entidades do setor começaram a estudar as medidas cabíveis, dentro das normas da Organização Mundial do Comércio (OMC).
O resultado dessa mobilização foi apresentado ao governo federal há um ano e meio, quando o Ibravin, a União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), a Federação das Cooperativas do Vinho (Fecovinho) e o Sindicato da Indústria do Vinho do Estado (Sindivinho) pediram a adoção de salvaguardas do tipo que limita o volume de produto de cada origem que pode entrar no mercado brasileiro. Assim, o Mdic definiria quotas para as importações de terceiros países (os países-membros do Mercosul e Israel, por força dos acordos bilaterais de comércio, ficariam protegidos).
“A salvaguarda que limita a quantidade é mais efetiva, no caso do vinho, que a simples elevação do imposto de importação. Isso porque queremos ganhar participação no mercado ao longo do tempo”, disse Paviani. A expectativa é que, passado o período para manifestações (que segue à publicação feita no Diário Oficial), o governo conceda uma salvaguarda temporária, para que o ministério possa investigar os efeitos da medida no mercado nacional. Ao final dessa etapa, que pode levar cerca de dez meses, é que o Mdic irá se posicionar sobre a concessão ou não da medida de proteção à indústria nacional. Caso atenda à demanda, a salvaguarda definitiva terá prazo de três anos.
Nesse período, o setor deve enfrentar os três principais gargalos à comercialização dos vinhos finos brasileiros no mercado interno: o custo Brasil, a falta de escala e a inexistência de crédito adequado aos ciclos produtivos da vitivinicultura.
Em relação ao custo, Carlos Paviani afirma que a estrutura tributária do País difere muito da adotada nos países que exportam vinhos para o Brasil. “Todos os países latino-americanos, por exemplo, usam rolhas importadas de Portugal e da Espanha. Entretanto, só no Brasil esse produto paga imposto de importação e de produção. Nos demais, ela só é taxada quando já está tampando a garrafa. Também temos a guerra fiscal entre os estados e a diferença de tarifa entre os portos.”
Segundo ele, Santa Catarina é um exemplo de estado que desonera a importação de vinhos pelos seus portos, o que torna o custo dos importados menor do que o dos vinhos produzidos no próprio estado, com incentivos do governo local. “Com isso, quando o produto gaúcho entra em solo catarinense e paga 12% de ICMS, fica mais caro que o vinho local e muito mais caro que o importado”, detalhou o executivo do Ibravin.

Entidade que representa 130 importadores critica ação do governo brasileiro

Marcelo Beledeli
O processo de investigação iniciado pelo governo brasileiro para determinar se o comércio de vinhos estrangeiros vem causando prejuízos graves à indústria nacional é contestado pelas empresas importadoras. A Associação Brasileira dos Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas (Abba), que representa 130 importadoras, afirma que o tipo de vinho que é objeto da investigação (vinhos finos) representa somente 15% da produção brasileira.
A entidade alega ainda que o preço médio da garrafa de vinho fino importado aumentou entre 2009 e 2011, ou seja, tornou-se menos competitivo no mercado interno. “Se há três anos cada garrafa foi importada, em média, por US$ 3,20, em 2011 o valor aumentou para US$ 3,60. Esse pedido não tem embasamento técnico”, disse Raquel Salgado, presidente da Abba. Hoje, o Imposto de Importação de vinho fino é de 27%.
De acordo com Leocir João Vanazzi, sócio-proprietário da importadora Vinhos do Mundo, de Porto Alegre, ainda que aprovada, a salvaguarda não deverá incentivar o consumo do produto nacional, mesmo que o preço dos estrangeiros suba com o aumento de impostos. “Quem escolhe o vinho é o consumidor, hoje ele está escolhendo importados, ele tem seus motivos; talvez a indústria nacional não consiga fazer um produto no mesmo estilo que os estrangeiros”, declarou. Os principais mercados fornecedores de vinho para o Brasil são Chile, Argentina e União Europeia. Na hipótese de salvaguarda, os argentinos ficariam livres da restrição porque são membros do Mercosul. Para os chilenos, porém, seria um forte golpe em suas exportações para o Brasil, que, no ano passado, somaram US$ 261 milhões.
http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=89062 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Salentein Winemaker´s Selection

Verdadeiramente um vinho branco para se degustar em na maioria dos seus momentos!
Salentein Winemaker´s Selection



País/Região: Argentina, Valle de Uco/Mendoza

Produtor: Bodegas Salentein

Uvas: Sauvignon Blanc 50% e Chardonnay 50%

Vinhas de altitude, vinhedos plantados nos sopés dos Andes. Os vinhedos recebem puras águas oriundas das montanhas. Dias quentes e noites frias acompanhando as longas estações de crescimendo da videira promovem um balanço interessante entre as características de fruta madura e ao mesmo tempo a acidez das uvas.

Nota: Fermentação em barricas

Safra: 2008

Grad.Alc: 14%

Temperatura de serviço: 10- 12%

Visual: Palha dourado

Aroma: flores brancas e frutas : maçã, pera,pêsseg e maracujá.

Harmonização: Carnes Suína, Peixes e Frutos do Mar, saladas mais intensas no sabor e na estrutura , Queijos, Peixes Assados, Peixe Cru e Sushi, Moquecas..

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Crios Susana Balbo, corte Syrah com Bonarda

A uva Bonarda, acreditem os que ainda não o sabem, é a uva mais cultivada na Argentina. Normalmente utilizada para ser um corte com outras uvas, ela sendo bem trabalhada pode dar vinhos interessantes.
Sabendo disso, Susana Balbo fez esse blend de Bonarda com Syrah.
A Bonarda empresta uma acidez mediana, ao passo que a uva Syrah pode comparecer  com maciez, especiarias.
Ambas as uvas tem a mesma procedência - são originárias dos Terroirs franceses.

Notas adicionais: A Domínio del Plata, vinícola da Susana Balbo exporta para 36 países.
                           A linha Crios foi desenvolvida com resultados excelentes e consegue possibilitar os melhores custos benefícios para um consumo realmente gratificante.

CRIOS SUSANA BALBO
SYRAH - BONARDA







Produtor: Domínio del Plata - http://www.dominiodelplata.com.ar/?page_id=14

País/Região: Argentina/Mendoza

Uvas: 50% Syrah e 50% Bonarda - syrah 8 anos e bonarda 36 anos (!)

Safra: 2008

Grad. Alc.: 13,5%

Amadurecimento: 9 meses en 50 % de carvalho Francês (carvalho de 1 ano) e 50% carvalho Americano (carvalho de 1 ano)

Cor: Rubi profundo, intendo, com halo violáceo. Lágrimas inúmeras e finas, descendo rapidamente pelas bordas da taça.

Aromas: De frutas vermelhas maduras, mentolado, toques terrosos:  terra úmida, leve toque de cogumelos, e madeira.

Gustativo: Taninos moderados presentes, ameixa, frutas vermelhas maduras. Corpo médio e de boa persistência.

Harmonização: Risottos de cogumelos shitake, carnes grelhadas e carnes vermelhas marinadas levadas ao forno.







sábado, 5 de novembro de 2011

Um Panorama Mundial do Mercado de Vinhos

Compartilhado através da matéria de 03 Novembro, 2011 por Mateus V.

Estima-se que exista no mundo mais de 1 milhão de produtores de vinho que produzem cerca de 2,9 bilhões de caixas (12 garrafas = 9 litros), sendo que destes são consumidos 2,6 bilhões. Este excedente é considerado normal, parte dele é estoque e outra é destinado aos subprodutos ou para destilação. Em 2004, a produção alcançou seu maior pico em 20 anos, chegando a 3,3 bilhões de caixas, e declinou em 2010 para 2,9 bilhões.

A maior área de vinhedos ainda é da Espanha, com quase 1,1 milhões de hectares, seguida da França com 825 mil e pela Itália com 798 mil. Estes três países apresentaram uma grande redução da área plantada desde 2005, incentivados por um programa da União Europeia para acabar com o excedente de produção e destinar esta área para produção de outras culturas. Chile, Austrália, África do sul e Estados Unidos mantiveram praticamente estáticas suas áreas de produção. Argentina e Brasil tiveram um pequeno incremento da área plantada. A produção de vinho teve uma grande redução de 2009 para 2010. Itália (-6%), França (-3%), Espanha (-3%), Alemanha (-21%), Estados Unidos (-11%), Chile (-12%), África do Sul (-8%). Apenas Argentina, entre os grandes países produtores, teve um aumento significativo (+34%).



Imagem 1 - Produção X Consumo

Fonte: Morgan Stanley Research

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Até 2014,projeções do consumo do vinho na China


O consumo e a produção de vinhos na China devem aumentar nos próximos anos.

De acordo com os dados do International Wine and Spirit Research (IWSR), o consumo de vinhos na China e em Hong Kong  entre os anos de 2005 e 2009 passou de 46,9mi para 95,9 milhões de garrafas. A organização prevê, ainda, que até 2014, o crescimento pode chegar a 126,4 milhões.

Já em termos de produção doméstica de vinho, o país deve ampliar cerca de 80% nos próximos quatro anos. Segundo dados do governo, 90% do vinho bebido na China é produzido internamente.

Atualmente, França, Itália e Espanha são os maiores produtores de vinho. No entanto, até 2014, a expectativa é de que a produção caia de 1 a 7%. Os únicos países que irão crescer de produção serão a Argentina, com cerca de 13%, Chile, com 8%, África do Sul, 7% e China.

Matéria extraída da Adega Online, 17/Janeiro/2011








quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O misterioso Alma Negra


Numa viagem a Argentina, deixar de adquirir um Alma Negra seria como um pecado a ser cometido com a convicção da culpa. E mesmo tendo esse "misterioso" em mãos, o drama de degustar ou não degustar não poderia deixar de permear as nossas mentes. Finalmente decidido que o período de 7 anos já era de bom tamanho para que finalmente as Almas Negras fossem libertadas desta garrafa escura, nebulosa, cheio de mistérios a serem descobertos, escolhemos uma cena de jantar emblemático e.. os detalhes serão segredos a não serem compartilhados!

A garrafa tem um diferencial que por si só já marca a sua presença, por ser pesada e escura. E esta garrafa é de número: 5.643..


Alma Negra segundo o site:

 "... De todos os encantos, o mais atraente para a alma é um mistério. Não há beleza sem um véu, e estamos sempre dispostos para o desconhecido. Existência insuportável seria se não estivéssemos sempre sonhando ... "


... E, como todos os mistérios, ALMANEGRA surgiu através dos sonhos. Não é um varietal ... não é sempre o mesmo vinho Porque não é de um único vinhedo e não é feito por uma única mão. Assim como o mistério que está por trás da máscara eo jogo sensual de descobrir isso, acreditamos que sempre existiu ALMANEGRA. Como voltar à nossa origem única e irrepetível ... Este grande vinho, então, realiza na sua alma negra, sua alma profunda e negra, todos os segredos da sua essência, os segredos que só podem ser descobertos no último copo ...

ALMANEGRA Iniciou com a colheita de 2003, com apenas onze pequenos barris. Desde então, nas mãos de diferentes vins de Créateur ajudaram a criá-lo.

Região: Argentina (Valle de Uco, Agrelo, Consulta e Rivadavia Vistaflores e de produtores parceiros)


Produtor: Tikal/ Ernesto Catena

Safra: 2003

Uvas: Bornarda e Malbec (blend de proporções não reveladas)

Vinificação: Vinificação tradicional, com controle de temperatura. Malolática completa.


Maturação: Maturado em barricas de carvalho.

Detalhe: Apenas 11 barricas.

Preço: R$ 65,00

Dados Técnicos (Básicos)
 
 
Visual: Rubi profundo, escuro
 
Olfato: Misterioso, "exuberante e exótico". aromas blend; aromas secundários: cera de abelha, verniz (frutos da fermentação) e terciários: ameixa seca, madeira, especiarias .. (afinamento)
 
Gustativo: Calda de frutas. Bom corpo, macio. 
 
Grad.Álcoolica: (aprox.) 13 a 14%
 
Sugestão de guarda: 5 a 10 anos
 
Harmonização: Carnes elaboradas, massas com molho encorpado.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Degustação Primavera - Alfredo Roca Pinot Noir

Resolvi dar uma pausa para as "Grandes mulheres", imaginei que elas podem tirar alguns dias de folga.

Num dia primaveril, de chove-e-faz-sol, escolhi um Alfredo Roca para combinar com algumas entradas peti-comite que fiz em casa para os amigos.

Coloco aqui minhas impressões sobre este Pinot Noir Argentino, que não se trata de um vinho da Borgonha  mas de qualquer forma é interessante e pode-se afirmar, custo-benefício.
Onde  se cultiva a uva Pinot Noir na região da Borgonha, França o terroir é  muito privilegiado e particular, se situa entre 250-350 mts acima do nível do mar, seu solo é formado por  argila e calcário, perfeito para o desenvolvimento de uma videira.

Em boca o Pinot Noir Francês é ainda mais fascinante. Especialistas remetem uma degustação de Pinots como uma busca na memória de boas coisas da infãncia. Aromas primários de morangos,temperos e textura sedosa, devem impressionar.

Mas vamos aterrisar (srs) pois agora falaremos deste exemplar argentino, que apresenta algumas caraterísticas da uva, mesmo que o nivel de acidez não seja tão destacado quanto comumente experienciado nos vinhos da Borgonha.


Alfredo Roca Pinot Noir



Visual: Rubi límpido, pequeno alo-aquoso.

Olfato: Aromas de frutas vermelhas frescas

Gustativo: Frutado, vinho seco. Morangos presentes, gostoso final em boca. Boa acidez, boa salivação.
Poucos taninos. O álcool prevalece um pouco, vinho de bom corpo, corpo leve.

Obs: Boa acidez, mas não o suficiente para equilibrar com o nível de álcool
         Leve amargor.

Safra: 2007

Região: San Rafael , Argentina

Importadora: Casa Flora







segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Ibravin e o vinho Nacional para 2010


Os temas dos debates sobre o assunto: vinho nacional têm resultado enfoques cada vez mais intensos,sendo relevante todos os temas abordados e pontos de vista sustentados.


Em dezembro a IBRAVIN apresentou ao governo brasileiro seis reivindicações do segmento vitivinícola nacional, e postamos aqui não somente estas reivindicações mas também colocamos um link para a Enoeventos-página de acontecimentos no mundo dos Vinhos, onde contém um debate que acredito ser essencial estarmos a par a fim de valorizar o empenho do setor e também a opinião de muitos enófilos: como vêem o mercado nacional e os produtores: seus pontos positivos e pontos fracos (como o produtor tem planejado suas estratégias de posicionamento e marketing) e aqueles que acreditam que o vinho nacional ainda pode encontrar o seu posicionamento e condições de subsistência fornecida pelo governo nacional e a longo prazo ter a sua identidade plenamente formada.

As 6 reivindicações


1. Redução da carga tributária – esta medida se faz necessária para dar maior competitividade interna. Em países como Argentina, Chile e membros da Comunidade Européia, que são grandes produtores, os vinhos, por serem um produto de base agrícola e ter grande capacidade de geração de emprego e renda, não têm tributos nas fases de produção da uva e elaboração do vinho. Isto estabelece uma diferença competitiva importante, muito mais favorável a importação do que a exportação.


2. Desoneração das exportações – mesmo que os principais impostos seja deduzidos nas exportações, pelo mesmo motivo exposto no item anterior, nossos produtos ainda apresentam problemas de competitividade, inclusive nas exportações, sendo necessário ampliar os mecanismos de desoneração das importações.


3. Taxa cambial – a valorização do Real traz problemas duplos para o setor vitivinícola, pois favorece as importações e dificulta as exportações. Ambas as situações penalizam a indústria brasileira de vinhos.


4. Ampliação das ações de promoção das exportações – investimentos na construção e fortalecimento da imagem do país no que tange aos aspectos vitivinícolas, articulação das ações e de uso promocional dos produtos vitivinícolas nas Embaixadas e ampliação de recursos de promoção pela APEX Brasil.


5. Programa de modernização e inovação da vitivinicultura – ação articulada e interministerial envolvendo os ministérios da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior, juntamente como o setor produtivo, para implementação de um programa de modernização e inovação da vitivinicultura.


6. Participação do Brasil na OIV – Ampliar e consolidar a participação do Brasil na Organização Internacional da Uva e do Vinho (OIV), da qual o Brasil é membro desde 2005, possibilitando que o setor privado tenha participação de apoio e sustentação às ações desenvolvidas pelo Ministério da Agricultura e MRE. A OIV é um organismo intergovernamental que discute e estabelece regramentos para a produção, comércio e consumo de vinhos.

Acesse o link da Enoeventos e acompanhe a repercussão desta matéria postada na página da Enoventos, os comentários em torno dessa abordagem.