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quarta-feira, 21 de março de 2012

Posição da IBRAVIN para a Salvaguarda dos vinhos Nacionais


Trata-se de uma notícia que vem criando muita repercussão, e que por isso deve estar ainda em evidência nas informações acerca do mundo do vinho. Cabe aqui a pergunta: se esta Lei for realmente implementada, como o consumidor criterioso em sua compra e até mesmo aquele que não entende de vinhos irá se comportar nesse período de protecionismo nacional?


Matéria extraída do site http://cmaadvogados.blogspot.com.br/ , Aduana, Comércio Exterior
terça-feira, 20/03/2012

Salvaguarda deve garantir competitividade ao vinho
Pedido de produtores se apoia em plano para dar escala ao setor
Clarisse de Freitas
MARCO QUINTANA/JC
Em 2011, 78,7% da demanda foi atendida pelos importados
Em 2011, 78,7% da demanda foi atendida pelos importados
O pedido de salvaguarda ao vinho nacional, em estudo pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), não é gratuito. Quem faz a ressalva é o diretor-executivo do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Carlos Paviani. Segundo ele, a demanda apresentada há um ano e meio ao governo federal e publicada na quinta-feira passada no Diário Oficial é apenas a base para que o setor tenha tempo e condições de ganhar maior participação no mercado interno e fazer os investimentos necessários para ampliar a competitividade.
Paviani explica que, apesar do aumento do consumo de vinhos finos no País, que saltou de 68 milhões de litros em 2006 para 91 milhões de litros em 2011, a participação do produto nacional se mantém praticamente estável. Em 2006, os vinhos finos feitos por aqui tinham 18% do mercado e, no ano passado, a fatia foi de 19,5%. “A maior participação que já tivemos, nesse período, foi entre 2007 e 2009, quando chegamos a 21%, mas logo voltamos a cair”, afirma o executivo. No ano passado, 78,7% do consumo interno foi atendido por produtos importados (o equivalente a mais de US$ 261 milhões), sendo que, nesse montante, apenas 19% são de vinhos oriundos dos países-membros do Mercosul (majoritariamente da Argentina). Os grandes fornecedores de vinhos para o mercado brasileiro são o Chile, a Itália e Portugal. Para fazer frente a essa diferença, há três anos as entidades do setor começaram a estudar as medidas cabíveis, dentro das normas da Organização Mundial do Comércio (OMC).
O resultado dessa mobilização foi apresentado ao governo federal há um ano e meio, quando o Ibravin, a União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), a Federação das Cooperativas do Vinho (Fecovinho) e o Sindicato da Indústria do Vinho do Estado (Sindivinho) pediram a adoção de salvaguardas do tipo que limita o volume de produto de cada origem que pode entrar no mercado brasileiro. Assim, o Mdic definiria quotas para as importações de terceiros países (os países-membros do Mercosul e Israel, por força dos acordos bilaterais de comércio, ficariam protegidos).
“A salvaguarda que limita a quantidade é mais efetiva, no caso do vinho, que a simples elevação do imposto de importação. Isso porque queremos ganhar participação no mercado ao longo do tempo”, disse Paviani. A expectativa é que, passado o período para manifestações (que segue à publicação feita no Diário Oficial), o governo conceda uma salvaguarda temporária, para que o ministério possa investigar os efeitos da medida no mercado nacional. Ao final dessa etapa, que pode levar cerca de dez meses, é que o Mdic irá se posicionar sobre a concessão ou não da medida de proteção à indústria nacional. Caso atenda à demanda, a salvaguarda definitiva terá prazo de três anos.
Nesse período, o setor deve enfrentar os três principais gargalos à comercialização dos vinhos finos brasileiros no mercado interno: o custo Brasil, a falta de escala e a inexistência de crédito adequado aos ciclos produtivos da vitivinicultura.
Em relação ao custo, Carlos Paviani afirma que a estrutura tributária do País difere muito da adotada nos países que exportam vinhos para o Brasil. “Todos os países latino-americanos, por exemplo, usam rolhas importadas de Portugal e da Espanha. Entretanto, só no Brasil esse produto paga imposto de importação e de produção. Nos demais, ela só é taxada quando já está tampando a garrafa. Também temos a guerra fiscal entre os estados e a diferença de tarifa entre os portos.”
Segundo ele, Santa Catarina é um exemplo de estado que desonera a importação de vinhos pelos seus portos, o que torna o custo dos importados menor do que o dos vinhos produzidos no próprio estado, com incentivos do governo local. “Com isso, quando o produto gaúcho entra em solo catarinense e paga 12% de ICMS, fica mais caro que o vinho local e muito mais caro que o importado”, detalhou o executivo do Ibravin.

Entidade que representa 130 importadores critica ação do governo brasileiro

Marcelo Beledeli
O processo de investigação iniciado pelo governo brasileiro para determinar se o comércio de vinhos estrangeiros vem causando prejuízos graves à indústria nacional é contestado pelas empresas importadoras. A Associação Brasileira dos Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas (Abba), que representa 130 importadoras, afirma que o tipo de vinho que é objeto da investigação (vinhos finos) representa somente 15% da produção brasileira.
A entidade alega ainda que o preço médio da garrafa de vinho fino importado aumentou entre 2009 e 2011, ou seja, tornou-se menos competitivo no mercado interno. “Se há três anos cada garrafa foi importada, em média, por US$ 3,20, em 2011 o valor aumentou para US$ 3,60. Esse pedido não tem embasamento técnico”, disse Raquel Salgado, presidente da Abba. Hoje, o Imposto de Importação de vinho fino é de 27%.
De acordo com Leocir João Vanazzi, sócio-proprietário da importadora Vinhos do Mundo, de Porto Alegre, ainda que aprovada, a salvaguarda não deverá incentivar o consumo do produto nacional, mesmo que o preço dos estrangeiros suba com o aumento de impostos. “Quem escolhe o vinho é o consumidor, hoje ele está escolhendo importados, ele tem seus motivos; talvez a indústria nacional não consiga fazer um produto no mesmo estilo que os estrangeiros”, declarou. Os principais mercados fornecedores de vinho para o Brasil são Chile, Argentina e União Europeia. Na hipótese de salvaguarda, os argentinos ficariam livres da restrição porque são membros do Mercosul. Para os chilenos, porém, seria um forte golpe em suas exportações para o Brasil, que, no ano passado, somaram US$ 261 milhões.
http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=89062 

sábado, 3 de março de 2012

Design, Pureza artística e Belezas Naturais




Realmente neste post todas estas características citadas no título se aplicam aqui.
Os Vinhos Stina foram desenvolvidos em sua esssência integrando qualidades visuais totalmente "in natura".

Pensando nas belezas da ilha Ilha de Brac Adriático, (na Croácia ) em que  apresenta um solo de cor branca, característico da região, emprestou aos rótulos inspiração para criação de uma representação de  verdadeiras telas brancas, virgens mas prontas para serem desbravadas, através da arte de pintores e ilustradores.

Brac é também o berço de muitos poetas famosos croatas, romancistas e  escultores.
É fonte de inspiração por causa de sua beleza, mas também o símbolo das dificuldades quando se trata de viticultura.





Na economia, turismo, pesca e agricultura são o principal tríplice da economia de Brac. A região também  oferece viticultura, azeites de oliva e historicamente foi uma região de criação de cabras, portanto natural oferecer também queijos interessantes.
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Clique no Link "Stina" e assista a esse inspirador design para garrafas exclusivíssimas!! Stina

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Mais uma vez o que prevalece em primeiro lugar: DESIGN, ou melhor dizendo: A APRESENTAÇÃO DAS COISAS

Nosso mundo respira apresentação, visualiza uma estética que simbolize status ou o melhor valor para seus princípios e objetivos afins.

Pensando nisso, mais uma vez posto sobre o status que uma boa apresentação de um produto possa passar.

Eis alguns exemplos abaixo, sobre embalagens e acessório para garrafa elaboradas com WOOD.

Mesmo que digamos que o exterior é sempre um detalhe, ainda não superamos este nível espiritual, (rs).

Portanto, vamos curtir esse belo estudo sobre a estética!
















domingo, 5 de fevereiro de 2012

today,morning time, its a moment design

Todos vão concordar de que uma adequada e bonita apresentação de um produto é uma das principais características que envolvem os olhos do consumidor sendo um forte apelo até mesmo para uma compra sem pretensões, sem real necessidade, não é mesmo?

Então nessa manhã, vamos ver alguns invólucros bem interessantes, que nos passam algumas sensações pretendidas em relação ao propósito do produto.

Refrescante




Tradição com Qualidade Rústica




"Clean Status Presentation"; trasmitindo expertise do início ao fim




Você vai me dizer que não ficou com água na boca por pensar em abrir esta garrafa?!




segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Blend de Selección 2 Malbec, Joffré

Fruto da união de experiências diferentes e que percorreram também circunstâncias particulares, nasce este blend  de terroirs diferentes para nos contar a história. E contando essa história, após uma degustação às cegas, tornou-se mais interessante ainda.

Na Winet Rede de Vinhos (http://www.winet.net.br/cons_eventos_r.asp), sob a direção de André Rossi, foi realizada a Degustação às Cegas para a continuidade do desenvolvimento do  Guia de vinhos 2012 "Brasil às Cegas" com a coordenação do Beto Duarte (wine blogger do Blog Papo de Vinho- http://www.papodevinho.blogspot.com/).

É aí  que começa a minha descrição deste interessante vinho!

Blend de Selección 2 Malbec 2005 Joffré





Uva(s): Malbec


Safra: 2005


País: Argentina


Região: Alto Valle de Uco


Produtor: Joffré e Hijas


Graduação: 13.5º


Envelhecimento: Carvalho

Consumo: Guarda ou Imediato


Informações adicionais:


Vinhedos:  50 anos e outro de 15 anos.

Esta é uma edição limitada de 6.000 garrafas numeradas de parcelas selecionadas localizado no Valle de Uco, idades, alturas e diferentes microclimas.

O primeiro vinhedo que tem 50 anos de idade se localiza no Tupungato de 1300 metros acima do nível do mar, que proporciona no  terroir estrutura e a concentração e outro de 15 anos, localizado em Tunuyán a 1056 metros acima do nível do mar.

Visual: Reflexos violetas,rubi profundo. Lágrimas finas descem pelo corpo da taça, formando reflexo violáceo.

Aroma: Perfume de violeta, frutas vermelhas e frutos secos.

Gustativo:  figos e frutos secos e notas de menta. ao mesmo tempo, contribui com toques de frutas vermelhas e pretas, ameixas e amoras. Leve gosto de chocolate.Macio, bom corpo.

Importadora: Vinea - valor: R$ 98,00

Sugestão de Harmonização: Jamón, Pratos com cogumelos, Carnes marinadas  e ricas e acrescidas no molho com frutos secos.