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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Preocupações dos Produtores Canadenses frente as mudanças climáticas





Matéria extraída do dia 24 de julho de 2012

Fonte: Revista Adega Online




As mudanças climáticas estão afetando muito alguns produtores de vinho canadenses, que terão de achar novas áreas para a produção de icewines. Alguns já pensam em cultivar vinhas artificiais para produção desse tipo de vinho.
O icewine é feito com uvas cultivas em temperaturas baixíssimas, no entanto, com a mudança climática, a temperatura média das regiões de cultivo está aumentando consideravelmente e atrapalhando os produtores.

Alguns enólogos e cientistas começaram a trabalhar para encontrar possibilidades de adaptação, ou até mesmo uma nova área para o cultivo das vinhas. "Uma das coisas é pesquisar o que podemos fazer para adaptar os vinhedos as variações muito drásticas de tempo", disse o pesquisador, Gary Pickering


Colheira noturna de uvas para produção do vinho estilo Icewine-  Canadá

"Os invernos estão ficando quentes", disse o climatologista, Tony Shaw. "Nós não temos registrado muitos dias com temperaturas abaixo de zero, o que é ruim para esse tipo de viticultura".

segunda-feira, 9 de abril de 2012

NOVA ZELÂNDIA, uma fábrica de grandes Nuvens

O Nome da Nova Zelândia na língua indígena maori é Aotearoa, normalmente traduzido como "A Terra da Grande Nuvem Branca".
Pensando nisso que especialistas em design de marcas, a Biles Inc. , personificaram os rótulos de um vinho- elaborado com a uva Sauvignon Blanc- empregando a figura da nuvem como personagem principal, de forma também a enaltecer o seu país. A Nova Zelândia já é consagrada por suas vinícolas com o ótimo desempenho na vinificação de vinhos brancos elaborados com a uva branca Sauvignon Blanc.
Segue abaixo os rótulos da "Cloud Factory" - ou em português, Fábrica de Nuvens!.

O vinho segundo a publicidade, é produzido a partir das uvas colhidas em Waihopi Valley no sul de Marlborough e se oferece elegante, vivo nos seus aromas frutados e com muita mineralidade, em harmonia aos sabores de goiaba e limão.



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Como harmonizar pratosXvinhos para o seu melhor paladar ?

Harmonia das Estruturas Enogastronômicas


Já sabemos que nessa vida nada é perfeito (bah e se fosse?!). Por isso temos com as nossas vivências e experiências mais naturalidade para tirar de letra algumas combinações que aparentemente não descem no primeiro pedaço  ou no primeiro gole!
Saber administrar isso (entre outros fatores menores ou maiores nesta vida) faz  o seu prazer ser apreciado da melhor maneira.  O importante acima de tudo é experimentar e testar os sabores e combinações!

 A cada dia vamos citar alguns breves exemplos abaixo para que todos nós possamos sair de uma “arapuca” enogastronômica, pois hoje em dia nem temos mais a desculpa de não encontrar este ou aquele tipo de vinho na gôndola, seja da loja ou importadora que vende ao cliente final!

1.Uma comida com preparo de carne assada que leva o toque do limão espremido: Harmonize com um vinho tinto adstringente, como por exemplo os produzidos com a uva Barbera

2. Uma carne assada “fria” : o sabor se acentua, mas ao esfriar perde sua evidência. A carne se torna mais densa,a gordura se solidifica e portanto os taninos não são bem aceitos nesta proposta. Prefira adequar com vinhos  tintos ou brancos de maior acidez, um frânces com esta característica principal. Os da Borgonha, como um  Beaujolais Villages, um Côte Chalonaise ou Macon, ou um de procedência portuguesa do Alentejo ou Tejo. Na versão alemã, pode ser também um Riesling Spatlese.

3. Saladas com ervas : um Sauvignon Blanc cai perfeitamente no paladar de todos!

4.Pratos com molhos: de tomate ou avinagrados : por serem molhos ácidos, pedem uma estrutura de vinho equivalente, ou seja: vinhos com maior acidez e uma certa característica herbácea também. Sauvignon Blanc, Merlot, vinhos italianos frutados..

ilustração extraída da revista Menu


Hoje ficamos por aqui, mas na sequência iremos mostrar outras tantas possibilidades!!

Boa contínua  de trabalho a todos!!

(p.s.: Obrigada pelas aulas da Abs, por ser de grande valia para este breve Post.)

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Guia 2013,momentos na Ravin, por Carlos Alberto Figueiredo

Há seis dias atrás tive oportunidade de participar de uma degustação às cegas bem original!
Tratava-se de uma degustação com a proposta de ser uma  das avaliações de vinhos tintos para um futuro Guia 2013! Sob a organização do wine bloguer Carlos Alberto Duarte Figueiredo, mais conhecido por Beto, que fomos agraciados por esse belo momento, que ocorreu na sede da Importadora Ravin. Entre os 25 vinhos que foram analisados por todos os presentes e os integrantes da respeitada importadora,  também não poderia faltar a participação da grande estrela da Importadora: o Gordo Ravin!
Transitando por debaixo da mesa a todo instante, Gordo Ravin, mostrou sua importante presença como participante de uma séria degustação, repleta de pães italianos, pãe recheados  e tudo mais que interessa num evento como esse.
Foram 25 vinhos que se contrastaram pelo simples momento em tiveram suas garrafas descobertas e da conclusão finalmente descoberta de como a percepção de cada um dos críticos presentes pôde ser curiosamente surpreendente quando até então não se podia ter o visual destes influenciando nossos sentidos.
Agradeço a oportunidade e apresento abaixo os vinhos degustados:

foto tirada por Evandro Silva, Confraria2Panas
A lista dos vinhos degustados:

1.William Cole Sauvignon Blanc Columbine Special Reserve 2010

2. William Cole Sauvignon Blanc Mirador Selection 2010

3.William Cole Chardonnay Mirador Selection 2009


4.Secreto Pinot Noir 2009 de Viu Manent

5. Vernus Pinot Noir 2009  Santa Helena

6. William Cole Pinot Noir Mirador Selection 2010

7.William Cole Pinot Noir Columbia Especial Reserve 2009

8. Ventisquero Queulat Pinot Noir 2008

9. Valdivieso Gran Reserva Pinot Noir 2009

10. Bill Pinot Noir 2008

11. Evolución Reserva Carménère 2010

12. Viu Manent Carménère 2010

13. Isla de Maipo Merlot 2009

14.Catrala Merlot 2007

15. Viu Manent Single Vineyard Malbec 2006

16. Secreto Syrah 2009

17. Polkura Syrah 2006

18. Chamán Syrah Gran Reserva 2006

19. Medalla Real Gran Reserva Syrah 2007

20. Missiones De Rengo Gran Reserva Cuveé Cabernet Sauvignon 2008

21.Rayun Cabernet Sauvignon 2008

22.Chamán Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2006

23. Viu Manent Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2008

24.Viu 1 Vintage 2007

25. Paranicota Limited Edition Carignan Syrah 2009





sábado, 5 de novembro de 2011

Um Panorama Mundial do Mercado de Vinhos

Compartilhado através da matéria de 03 Novembro, 2011 por Mateus V.

Estima-se que exista no mundo mais de 1 milhão de produtores de vinho que produzem cerca de 2,9 bilhões de caixas (12 garrafas = 9 litros), sendo que destes são consumidos 2,6 bilhões. Este excedente é considerado normal, parte dele é estoque e outra é destinado aos subprodutos ou para destilação. Em 2004, a produção alcançou seu maior pico em 20 anos, chegando a 3,3 bilhões de caixas, e declinou em 2010 para 2,9 bilhões.

A maior área de vinhedos ainda é da Espanha, com quase 1,1 milhões de hectares, seguida da França com 825 mil e pela Itália com 798 mil. Estes três países apresentaram uma grande redução da área plantada desde 2005, incentivados por um programa da União Europeia para acabar com o excedente de produção e destinar esta área para produção de outras culturas. Chile, Austrália, África do sul e Estados Unidos mantiveram praticamente estáticas suas áreas de produção. Argentina e Brasil tiveram um pequeno incremento da área plantada. A produção de vinho teve uma grande redução de 2009 para 2010. Itália (-6%), França (-3%), Espanha (-3%), Alemanha (-21%), Estados Unidos (-11%), Chile (-12%), África do Sul (-8%). Apenas Argentina, entre os grandes países produtores, teve um aumento significativo (+34%).



Imagem 1 - Produção X Consumo

Fonte: Morgan Stanley Research

domingo, 27 de março de 2011

A história da Concha y Toro

CONCHA y TORO




A vinícola chilena Concha y Toro nos últimos anos acabou por sepultar um tabu que há décadas dizia que vinhos de qualidade eram franceses ou italianos. Quer seja no segmento Premium ou no popular os vinhos da Concha y Toro estão entre os mais consumidos do mundo, encantando o olfato e o paladar até dos mais exigentes consumidores.



A história

A história de uma das marcas mais fortes do Chile começou em 1883 quando Don Melchor De Concha y Toro, um distinto advogado, empresário (que acumulou fortuna explorando minas de prata no deserto de Atacama) e político influente no país (incluindo eleições para deputado e senador e três passagens pelo Ministério da Fazenda), casado com uma senhora riquíssima, fundou a vinícola com o nome de Marquês de Casa Concha, localizada na pré-cordilheira, perto da cidade de Santiago, com o objetivo de explorar o potencial da produção vitivinícola do vale do Rio Maipo, onde o clima era mediterrâneo e o solo aluvial. Importou as mais exclusivas mudas de uvas de Bordeaux, região francesa tradicional na produção dos melhores vinhos do mundo, plantou no vinhedo de Ponte Alta e contratou um importante enólogo francês, Monsieur de Labouchere, para preparar os seus primeiros vinhos. Nascia uma lenda.



O maior e mais importante vinhedo do Chile foi pioneiro na produção de vinhos. Conta a história que uma praga devastadora arrasou as plantações na Europa de onde foram colhidas as mudas trazidas por Don Melchor. Por isso, apenas ali, no Vale do Maipo, encontram-se as raras parreiras com as uvas que produzem o famoso Don Melchor, que conquistou os críticos internacionais da bebida. Os vinhos produzidos tiveram sucesso imediato. Porém, foi o emblemático Casillero del Diablo, feito da uva Cabernet Sauvignon, que projetou o vinho chileno para o mundo. Foi em 1891, que Don Melchor criou o que é hoje um dos vinhos mais conhecidos mundialmente. A lenda que cerca este famoso e aclamado vinho, transformou os vinhedos do Chile famosos no mundo inteiro.



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 Quando tudo "re-começou" na Europa..
O primeiro carregamento de Concha y Toro á desembarcar na Europa foi em 1933 no porto de Roterdã na Holanda. A consagração da conquista do mercado mundial se deu a partir de 1957, com a vinda de Don Eduardo Guilisasti Tagle para a presidência da empresa, o qual adquiriu novos vinhedos; criou uma vinícola orientada só para a exportação chamada Cono Sur; fincou pé no outro lado da cordilheira, comprando um vinhedo em Mendoza (Argentina), onde instalou a Bodega Trivento, também focada no mercado externo; iniciou o desenvolvimento de novos produtos e adequou a política da empresa aos padrões mundiais de qualidade. Em 1994, torna-se a primeira vinha do mundo a comercializar ações na Bolsa de Nova York.



A partir desta década a empresa iniciou o lançamento de vinhos excepcionais, como em 1997, quando foi produzido em parceria com a famosa e conceituada vinícola francesa Baron Phillippe de Rotschild S.A, o aclamado Almaviva, safra 1996, inaugurando, no Chile, a categoria Primer Orden (equivalente à categoria francesa “Grand Cru Classe”). As uvas utilizadas na fabricação do vinho Almaviva advêm de plantas com mais de vinte e cinco anos de idade e que se encontram em um setor denominado Puente Alto. Em 2000, outra lenda é introduzida no mercado: o vinho TERRUNYO.



Quatro anos mais tarde a Concha y Toro atingiu o volume de 1.5 milhões de caixas do vinho Casillero del Diablo exportadas. Em 2004 o mais conhecido vinho da empresa, Casillero del Diablo, ganhou nova roupagem e garrafa, além de uma enorme campanha de marketing nos 114 países onde é vendido, se transformando em uma marca global. No início do novo milênio, a Concha y Toro se posicionava como a sétima maior produtora do mundo e a primeira da América do Sul.



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Um vinho cheio de mistérios

A lenda do vinho Casillero del Diablo, feito da uva Cabernet Sauvignon, começou há mais de cem anos, em 1891, quando o fundador da marca resolveu reservar para si os melhores vinhos das safras de suas vinícolas. Como uma forma de manter inalteradas as condições de temperatura e unidade, estes vinhos foram guardados ao fundo de uma magnífica adega (em espanhol “casillero”) subterrânea, um depósito especialmente destinado a este fim. Passado algum tempo Don Melchor de Concha y Toro percebeu que estes vinhos estavam desaparecendo misteriosamente. Depois de inúmeras conversas chegou a conclusão que estavam sendo roubados por pessoas das redondezas. Diante disto, para cessar o sumiço dessa reserva preciosa, espalhou o boato de que o próprio diabo vivia dentro do porão no qual os vinhos estavam guardados. A história funcionou. O medo afastou todos os ladrões, e, nunca mais, sequer uma garrafa voltou a desaparecer. Nascia assim o vinho Casillero del Diablo (a Adega do Diabo).

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Um cardápio de qualidade

Os vinhos Concha y Toro e Casillero del Diablo são apenas algumas das marcas produzidas pela Concha y Toro. Entre sua gama de produtos existem desde vinhos de excepcional qualidade como Don Melchor (um Cabernet Sauvignon feito com uvas do melhor e mais antigo vinhedo da casa, o Puente Alto, lançado no mercado em 1987), Carmín de Peumo (um vinho espetacular, com seu aroma, sua cor, que consagrou in­ternacionalmente a uva carmenère), Amelia, Terrunyo (produzido com uvas de vinhedos selecionados onde o micro-clima, as uvas Carmenère, o solo e a mão perita do homem interagem de forma mágica, criando a harmonia perfeita dando origem à qualidade única), Marqués de Casa Concha (uma linha de vinhos chardonnay e merlot), Trio (elaborado com corte de 3 uvas: Cabernet Sauvignon, Shiraz e Cabernet Franc), Late Harvest (único vinho de sobremesa da empresa, um blend de Sauvigon Blanc e Riesling colhidas tardiamente com grande concentração de açúcar) e Almaviva (um ícone dos vinhos chilenos); passando por vinhos de excelente custo benefício como Sunrise, Concha y Toro e Frontera; até os populares de boa qualidade como Tocornal, Clos de Pirque, Exportación e Fressco. Em 2005, uma das melhores colheitas que houve em todo o Chile, permitiu o nascimento do Casillero del Diablo Reserva Privada. A equipe agrícola da Concha y Toro por anos trabalhou para elaborar um grande vinho e eis que dos Vales de Maipo, na zona de Pirque e Rapel, em Pneumo surge este vinho que permaneceu em barril de roble francês por 14 meses dando maior complexidade e aporte de madeira ao Casillero.



Atualmente os vinhos Concha y Toro são produzidos em 9.016 hectares em 34 vinícolas próprias e 6 arrendadas em Limarí, Casablanca, Leyda, Maipo, Cachapoal, Colchagua, Curicó e Maule Valleys, todas na região central do Chile; e mais 1.290 hectares de terras em 8 vinícolas em Maipú, Tupungato, Rivadavia, San Carlos, Luján de Cuyo e San Martín, na Argentina.

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Voz Macabra
 O ponto alto da visita na vinícola é conhecer o local chamado Casillero del Diablo (Adega do Diabo), onde estão as garrafas do precioso vinho e no qual se criou uma lenda. A história é narrada aos turistas por uma voz macabra dentro da adega subterrânea. As luzes se apagam, uma gargalhada ecoa e na parede surge uma imagem encapuzada projetada do diabo. É um dos momentos mais divertidos do passeio.


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A marca no mundo

Atualmente, o vinhedo, responsável por 20% da exportação do Chile no segmento, está localizado em uma região ideal para a produção da uva Cabernet Sauvignon, possuindo moderna tecnologia em equipamentos de refrigeração, tanques de aço inoxidável, filtros barris de carvalho americano ou encina francesa. A Concha y Toro produz 100 milhões de litros de vinho por ano, vendidos para 125 países ao redor do mundo.

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● A Concha y Toro foi considerada em 2008 uma das dez marcas vitivinícolas mais poderosas do mundo pela consultoria internacional Intangible Business.



Matéria extraída do blog: Mundo das Marcas

sexta-feira, 25 de março de 2011

Os Livros do vinho e seus saberes

Acho interessante poder dividir com os leitores algumas leituras que sempre faço em livros do segmento.

Mesmo sendo sobre o mesmo tema: o mundo do vinho, cada um ou contém uma proposta um pouco diferente, ou uma abordagem mais canalizada que interessa os enófilos a cada nível de aprendizado.


Vinhos do Mundo - Guia Ilustrado Zahar - Uvas; Regiões; Vinícolas; Degustação; Como comprar





A Bíblia do Vinho - Karen Macneill - Ediouro





Larousse do Vinho:  Edição revista, revisada e ampliada



Manual Didático para o Sommelier Internacional: Para saber os sabores do vinho - Roberto Rabachino - Educs


Vinho sem segredos - Patrício Tapia - Editora Planeta


Borbulhas - Tudo sobre champanhe e espumantes - Aguinaldo Záckia Albert - Ed. Senac

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Até 2014,projeções do consumo do vinho na China


O consumo e a produção de vinhos na China devem aumentar nos próximos anos.

De acordo com os dados do International Wine and Spirit Research (IWSR), o consumo de vinhos na China e em Hong Kong  entre os anos de 2005 e 2009 passou de 46,9mi para 95,9 milhões de garrafas. A organização prevê, ainda, que até 2014, o crescimento pode chegar a 126,4 milhões.

Já em termos de produção doméstica de vinho, o país deve ampliar cerca de 80% nos próximos quatro anos. Segundo dados do governo, 90% do vinho bebido na China é produzido internamente.

Atualmente, França, Itália e Espanha são os maiores produtores de vinho. No entanto, até 2014, a expectativa é de que a produção caia de 1 a 7%. Os únicos países que irão crescer de produção serão a Argentina, com cerca de 13%, Chile, com 8%, África do Sul, 7% e China.

Matéria extraída da Adega Online, 17/Janeiro/2011








quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Matéria Especial: Wall Mart inovando na Pensilvânia com a venda de vinhos em vending machines

(Resumo da matéria extraída da seção: Novidades do Newsletter: Adega Online, de 13/ 12/2010)



Wall Mart dos EUA vendendo vinhos em "máquina de refrigerante


Nas unidades da Pensilvânia, EUA, a Wal Mart resolveu inovar para vender vinhos de uma forma mais prática e conveniente, para aquele cliente que aprecia comprar com o propósito de degustar numa ocasião próxima e o encontro pede um vinho numa condição tão oportuna.



As tão conhecidas "vending machines", que se popularizaram através das máguinas de refrigerantes ou que servem no Brasil também para vender livros, salgadinhos e outros produtos diversos, agora irão apostar a sua funcionalidade na venda de vinhos.

Apesar da aprovação pelo Conselho de Controle de Liquor da Pensilvânia, esta evolução já carrega consigo uma constatação que está causando polêmica; trata-se de uma inovação de forte apelo que pode colaborar para o aumento do consumo de álcool por menores de idade.



sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Sessão Revivals

Por motivos técnicos o Atmosfera Sentidos do Vinho esteve temporariamente sem atualizações, então escolhi reviver vídeos que fizemos  e que continuam up to date - atuais - bem como os vinhos apresentados e que são sempre bem vindos.


Momento Atmosfera - Ep.4/ Fausto Pizzato Merlot from Estudio Six on Vimeo.



Villa Montes Cabernet Sauvignon 2008 from Estudio Six on Vimeo.



Petite Fleur 2007 from Estudio Six on Vimeo.


Recomendamos dar uma "Pausa" no ipod para escutar com propriedade todos os vídeos!