Mostrando postagens com marcador pinot noir. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pinot noir. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de abril de 2013

EXPOVINIS 2013, Primeiro Dia






Ontem, ao visitar a feira Expovinis, elegi um stand de destaque; o stand Wines of Uruguay (número 79).



Mas não vamos acomodar as nossas mentes apenas na cepa Tannat, ícone na produção de vinhos uruguaios.
No stand  também constam vinhos assemblage, curiosos blends , muito interessantes de se experimentar, como por exemplo Viognier com  Tannat e também o Pinot Noir com Tannat.

Ripasso de Tannat, outra bela apresentação.

Destaque também para a Sommelière Executiva do Grupo Egeu  Eliana Araújo, que está presente no stand para falar de  brancos e tintos de 4 regiões produtoras do Uruguay, com a apresentação intitulada por ela de:
"Um País, 4 regiões".
As Regiões e Produtores  apresentados no stand são:  Canelones (Marichal de Juan Andrés Marichal e Reinaldo De Lucca- Colorado/Canelones), Maldonado (Bodegas Garzon), Cerro Chapeu (Carrau ) e Colônia (Finca Narbona).

Segue o link do Blog do Jeriel, que destaca o stand do Uruguay:

http://blogdojeriel.com.br/2013/04/balanco-do-primeiro-dia-no-estande-da-wines-of-uruguay-na-expovinis-sucesso-absoluto/


Hoje, dia 25 e dia 26, ainda segue o evento, portanto, não percam a oportunidade.








quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Grand Cru e os vinhos Tabalí

Num dia de chuvas imprevisíveis e um calor infernal, fomos agraciados com a apresentação dos vinhos chilenos da região de Límari, Tabalí, pelo enólogo e diretor Felipe Müller e o diretor comercial Raul Beckdorf na loja da Grand Cru Bela Cintra.


Com um clima distinto em relação às demais regiões do Chile, sob um clima seco mas também com alternâncias de frias, em decorrência da proximidade com o oceano, o vinhedo consegue amadurecer em toda a sua plenitude.

O solo presente no vale do Limari é composto de calcário, dando mais mineralidade para os vinhedos e propiciando melhor evolução do vinho nas garrafas.

As uvas que vem se destacando na região são a Sauvignon Blanc, Chardonnay (esta sempre com maior reverência),Pinot Noir e Shiraz.

Importadora: Grand Cru


Reserva Rosé 2009




Estilo: Rosé



Região: Valle del Limarí



País: Chile



Uvas: Syrah(100%).



Graduação Alcoólica: 13.5%



Temperatura de Serviço: 8oC



Envelhecimento: 6 meses em tanques de aço inoxidável.
Vinho fermentado a baixa temperatura, prestando maior estilo em frescor, maior qualidade

Cor: rubi claro, brilhante, limpido

Aroma: frutas vermelhas frescas, frescor, aroma de morangos.

Sabor: Morangos e cerejas.Sabor delicado.

Harmonização: Peixes, saladas, frango.

Preço: R$ 35,00



Reserva Sauvignon Blanc 2010 – RP 90




Região: Valle del Limarí



País: Chile



Uvas: Sauvignon Blanc (100%).



Graduação Alcoólica: 13.5%



Sur lies: 3 meses em contato com as leveduras, o que empresta ao resultado final no vinho um maior volume em boca.

Temperatura de Serviço: 7oC

Cor: Palha

Aroma: Muito aromático, toque herbáceo e de frutas como maracujá, pêssego,muita fruta em harmonia.

Sabor: Mineral, boa acidez. Fineza em boca. Boa intensidade.


Harmonização: ostras, mariscos, queijos de leve cura, como por exemplo, bridel ou queijo de cabra.

Preço: 42,00



Reserva Especial Chardonnay 2009 – RP 91





Região: Valle del Limarí (Melhor região para o chardonnay chileno, visto que essa região se assemelha à região de Chablis (França), em que as baixas temperaturas e o solo calcário, oriundo do oceano, resulta num caráter de excelente acidez.



País: Chile



Uvas: Chardonnay (100%).



Graduação Alcoólica: 13.5%



Temperatura de Serviço: 7oC

Fermentação em barricas francesas.

Cor: Palha dourado

Aroma: Muito aromático, toque herbáceo e de frutas como maracujá, pêssego,muita fruta em harmonia.

Sabor: Frescor, boa acidez. Toques de fruta como abacaxi e nozes, baunilha, leve untuosidade aparente, e perceptível de leve também o carvalho.

Harmonização: A uva chardonnay também é mais versátil para as harmonizações, devido a e sua boa estrutura.

Preço: 42,00



Talynay Salala Vineyard Pinot Noir



Região: Valle del Limarí



País: Chile


Uvas: Pinot Noir (100%).


Graduação Alcoólica: 14 %


Temperatura de Serviço: 9oC

Cor: Rubi brilhante e límpido.

Aroma: Boa aromáticidade, toque terroso e de frutas vermelhas. Boa persistência no nariz.

Sabor: Elegante. Ótima acidez presente em harmonia com a doçura. Leve nota chocolate e terra. Em boca se manifesta redondo, com boa presença da fruta ainda fresca.Belo retrolfato.



Harmonização: Queijos de media cura, carnes vermelhas ou saladas que acompanham jamon serrano.

OBS: Uma bela novidade (custo beneficio inclusive) em pinot noir do novo mundo!

Preço: 130,00

Reserva Syrah 2008 – melhor vinho chileno 2011




Região: Valle del Limarí


País: Chile


Uvas: Syrah (100%).


Graduação Alcoólica: 14 %


Temperatura de Serviço:17 oC

Cor: Rubi

Aroma: Frutas negras, aroma floral, grafite, chocolate e especiarias. Também aroma de cinzas, carvão.

Sabor: Tanino presente.

Harmonização: carnes assadas,churrascos, carne de cordeiro.

Preço: 54,00



Reserva Especial Corte 2007 – melhor corte chileno, no Guia Vinhos del Chile 2001



Região: Valle del Limarí



País: Chile



Uvas: 20% Cabernet Sauvignon, 10% Merlot, 70% Syrah (100%).



Graduação Alcoólica: 14%


Carvalho: Por 18 meses, 100% francês, sendo 60% primeiro uso

Temperatura de Serviço: 17 oC

Cor: Violeta

Aroma: Muita elegância, alcaçuz, fruta bem presente em equilíbrio.

Sabor: Frutas negras,toques de menta. Persistência em boca, equilíbrio com os taninos, redondo e macio, boa acidez em harmoniza com o carvalho.

Harmonização: Massas ricas em molho, acompanhadas de carnes vermelhas.Lasanha verde com molho vermelho.

Preço: 103,00





terça-feira, 2 de novembro de 2010

Newen Pinot Noir. Para um gostoso jantar, sem grandes pretensões

Nesta matéria falaremos sobre um produtor da região da Patagônia em que a uva em questão é a Pinot Noir, segundo muitos, trata-se de uma das uvas melhor cultivadas na Patagônia.

Antes, um vídeo com a estrela da vez, a Pinot Noir da Vinicola Neuquén!! Confira o making off desta descontraída harmonização.



Newen Pinot Noir from Estudio Six on Vimeo.




 Sobre O produtor

A Patagônia localiza-se ao sul da Argentina. As regiões que têm se destacado bastante nos últimos anos, estão  dividas em 3 áreas: Vale do Rio Negro, Vale do Rio Colorado e Neuquén. A Patagônia possui um clima favorável (dias quentes e noites frias), solo pedregoso e fluvial, poucas chuvas e baixa umidade, garantindo ótimas condições para o cultivo de uvas, com destaque para a Pinot Noir.

Bodega Del Fin del Mundo, foi o primeiro empreendimento inaugurado em Neuquén, no ano de 1999. Desde então, a Bodega Del fin Del Mundo obteve inúmeros reconhecimentos em função da qualidade de seus rótulos e colocou os vinhos da Patagônia no cenário internacional, exportando para mais de 30 países. Hoje, a vinícola trabalha com cerca de 10 linhas de rótulos que incluem os mais diversos varietais, com destaque para a Malbec, a Cabernet Sauvignon, a Pinot Noir e a Chardonnay.

Os bons resultados dos últimos anos é fruto de um investimento na assessoria técnica do consultor Michel Rolland, numa parceria iniciada em 2004, e da equipe de profissionais lidera pelo enólogo Marcelo Miras
Destaque também para os vinhos Postales del Fin del Mundo, também mais um empreendimento da Bodegas del Fin del Mundo, que têm apresentado um  interessante custo-benefício.


Vinho: Newen Pinot Noir
Região: Patagônia/Chile
Safra: 2009



Dados Organolépticos



Madeira: 6 meses de envelhecimento em barris de carvalho francês e americano

Visual: Vermelho rubi brilhante

Aroma: Notas de cereja e caramelo com notas de coco e baunilha.

Palato: Suficientemente tânico. Frutado com a sensação “quente” do álcool quando presente na boca.

Teor Alcoólico: 13,7 Vol

Harmonização: Massas leves, carne vermelhas e de frango com leves condimentos.

Preço: R$ 29,90

Importador: Mr Man



sábado, 16 de outubro de 2010

Degustação - CONO SUR PINOT NOIR





O vinho chileno Cono Sur, vem sendo apontada como um grande achado em termos de custo-benefício. Como já sabemos, os rótulos de Pinot Noir sempre são de um teor "deveras salgado", por isso que quando encontro essas surpresas nas lojas especializadas entendo como sendo interessante ressaltar a novidade.
Vinícola Cono Sur
Fundada em 1993, a Cono Sur e é uma subsidiária da gigante Concha Y Toro e vem se destacando por investir na produção de vinhos orgânicos, resultado de um projeto iniciado em 1999.
Dados Organolépticos

Vinho: Cono Sur Pinot Noir 2008

Uva: 100% Pinot Noir

País/Região: Chile/Colchágua

Solo: Aluvial , pouco fértil

Clima: Noites frescas e manhãs enevoadas.

Vindima: Combinação de mecânica com manual, na data de 29 de março de 2008 


Visual:  Rubi límpido, leve transparência
                Presença de lágrimas medianas

Aroma: Intensamente aromático, aroma de frutas vermelhas. Frescor perceptível em nariz.

Gustativo:  Com acidez equilibrada, mostrando-se com uma sapidez interessante. Muito frutado mostrando traços de ameixa, geléia de morangos, cereja, groselha. Um leve toque de canela.Aromas que remetem também: cacau, tabaco e pimenta. Sem amargor no final, nota-se a presença do álcool, mas não chega a incomodar.
Presença de taninos em equilíbrio. Um vinho interessante para se harmonizar com variados pratos de leve a média estrutura.

Persistência retro-olfativa: boa

Madeira : 35% em barricas francesas e 65% em tanques de aço inoxidável.

Engarrafamento: Julho de 2008

Grau Alcoólico: 13,5 graus

Harmonização: Pizzas, Pratos com cogumelos, massas com molho pesto, entre outras possibilidades.

Preço: 32,00

Importador: Vila Porto Internacional Business

 Segundo o Produtor, sobre os rótulos do Cono Sur, "Bicycle":

"The Bicycle range carries the bicycle as its main icon; it symbolizes Cono Sur’s spirit of innovation, passion, commitment and respect for the environment, as well as its persistence in always finding the latest techniques in the vineyards and winemaking, in order to take care of the land where the grapes grow."



A Cono Sur é conhecida por ser uma das vanguardistas na produção de vinhos de uva Pinot Noir no Chile, salientando sempre buscar através de seus esforços o êxito dos vinhos Pinots na Borgonha.

 

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Grandes Mulheres - Elisabeth Bollinger

Elisabeth Bollinger
 
Ativa, sorridente, com fama de anfitriã encantadora, Elisabeth Bollinger também era uma incansável mulher de negócios. Veio da família Lauriston e casou-se com Jacques Bollinger.

Diferentemente da jovem Nicole Barbe, (que posteriormente se torna a madame Ponsardin) Elisabeth”Lily” Bollinger tinha profundos conhecimentos sobre Champagne, despendendo vinte anos experimentando ao lado de seu marido.

Viúva aos 42 anos, ela comandou os destinos da vinícola da família do marido desde 1941, após a morte de seu marido e em plena Segunda Guerra, quando a França estava ocupada pelos nazistas, até 1977.


Bicicleta

 
Muitos indivíduos teriam vendido suas firmas, quando houve o racionamento da gasolina, mas “Lily” driblou esse problema se movimentando para os vinhedos com uma bicicleta.

A casa de Bollinger mesmo com uma excelente produção resistiu a um cuvée prestígio, insistindo que o seu ChampagneVintage já era o melhor vinho que poderia produzir.




Por último, no entanto, Madame Bollinger entrou no mercado super premium, em 1961. Ela não produziu uma mistura especial ou usou uma garrafa especial estilo Champagne Super Premium, como Moët & Chandon tinha feito quando da introdução de Dom Perignon, ou até mesmo repetido o estilo Veuve Clicquot, como esta fez ao lançar "La Grande Dame".

Bollinger RD




Em vez disso, ela escolheu a safra e selecionou uma pequena porção de seu champanhe vintage nas borras (a levedura morta a partir da fermentação secundária), por mais uma década para obter uma maior complexidade. Assim, sem mudar a mistura, nem a garrafa, ela criou 'Bollinger RD' como seu engarrafamento prestígio, abreviação do  disgorged (lembremos: disgorgement é a parte final do processo, inventado por Veuve Clicquot, que remove as leveduras mortas).

Blanc de Noir

 
Tradicionalmente o Champagne é produzido a partir de um corte de cerca de 30% de vinhos brancos originados a partir de uvas tintas, o rosé com corte de vinhos tintos, o blanc de blanc, apenas com uvas brancas e o blanc de noir elaborado apenas com uvas tintas.




“Lily’” criou um Champagne estilo blanc de noir chamado "Vieilles Vignes Francaises", causando frisson numa habitual produção de blancs de blancs em Champagne.



Tia Lily, como todos a chamavam, era excelente degustadora. Deu vida nova à maison Bollinger, fundada em Aÿ em 1829, principalmente com a abertura de outros mercados. Para aumentar o relacionamento comercial, visitava periodicamente os agentes que distribuíam seus produtos e clientes em todo o mundo. Não teve filhos, mas imprimiu a marca de sua personalidade à Bollinger, onde seu nome é lembrado até hoje com carinho. A propriedade pertence atualmente a seus sobrinhos.

Bollinger e sua aparição num cinema moderno

Em 2009 criou-se uma embalagem diferenciada a partir do sucesso de um personagem célebre - James Bond - e a sua predileção pelos Champanhes Bollinger. Na maioria dos seus episódios Bond era cenografado bebendo o famoso Champagne. A embalagem especial foi lançada durante o filme Quantum Of  Solace.
Foram produzidas 207 coolers, uma alusão a 200 + 7 unidades, homenagem a 007. Seu formato de bala, a famosa "Walther PPK", arma utilizada por James Bond em seus filmes.





sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Degustação Primavera - Alfredo Roca Pinot Noir

Resolvi dar uma pausa para as "Grandes mulheres", imaginei que elas podem tirar alguns dias de folga.

Num dia primaveril, de chove-e-faz-sol, escolhi um Alfredo Roca para combinar com algumas entradas peti-comite que fiz em casa para os amigos.

Coloco aqui minhas impressões sobre este Pinot Noir Argentino, que não se trata de um vinho da Borgonha  mas de qualquer forma é interessante e pode-se afirmar, custo-benefício.
Onde  se cultiva a uva Pinot Noir na região da Borgonha, França o terroir é  muito privilegiado e particular, se situa entre 250-350 mts acima do nível do mar, seu solo é formado por  argila e calcário, perfeito para o desenvolvimento de uma videira.

Em boca o Pinot Noir Francês é ainda mais fascinante. Especialistas remetem uma degustação de Pinots como uma busca na memória de boas coisas da infãncia. Aromas primários de morangos,temperos e textura sedosa, devem impressionar.

Mas vamos aterrisar (srs) pois agora falaremos deste exemplar argentino, que apresenta algumas caraterísticas da uva, mesmo que o nivel de acidez não seja tão destacado quanto comumente experienciado nos vinhos da Borgonha.


Alfredo Roca Pinot Noir



Visual: Rubi límpido, pequeno alo-aquoso.

Olfato: Aromas de frutas vermelhas frescas

Gustativo: Frutado, vinho seco. Morangos presentes, gostoso final em boca. Boa acidez, boa salivação.
Poucos taninos. O álcool prevalece um pouco, vinho de bom corpo, corpo leve.

Obs: Boa acidez, mas não o suficiente para equilibrar com o nível de álcool
         Leve amargor.

Safra: 2007

Região: San Rafael , Argentina

Importadora: Casa Flora