sábado, 22 de junho de 2013

Innominabile Corte IV, a elegância em terras Altas Catarinenses






Em visita a Expovinis tive o prazer de passar pelo stand da Vínicola Villagio del Grando e  poder degustar o assemblage que chamou a atenção por apresentar-se como um vinho exemplar por vários motivos. 

Destaque para a  produção limitada na vinícola, que é de  4.000 por hectare.

Dentre os principais destaques do rótulo INNOMINABILE CORTE IV:  trata-se de um vinho composto por 7 uvas e  cerca de 20% de cada safra é guardada para a produção da safra seguinte. 

O caráter elegante foi o que mais me impressionou, me deixando com a sensação de que estava degustando um legítimo exemplar bordalês. Os aromas desde os facilmente perceptíveis até os mais sutis deixaram-me com a agradável sensação de querer degustar novamente, em várias ocasiões, este valoroso vinho natural de uma propriedade brasileira, vinhedos originários de um belo terroir catarinense, que abriga um laboratório para cepas vitivinícolas, cerca de 100 variedades no total.




VILLAGIO del GRANDO



Região: Campos Herciliópolis - Água doce, Santa Catarina - 1.300 metros de altitude média

Estágio em Carvalho: 6 meses em carvalho francês novo. (tostagem média)  

Uvas: Cabernet Franc,Cabernet Sauvignon,Merlot, Malbec,Pinot Noir, Petit Verdot, Marselan.

Visual: Cor rubi com reflexos violáceos, Brilhante.

Aromas: Frutas vermelhas.Leve toque cerrado. Côco, baunilha.

Palato: Framboesa, Cassis, baunilha, toques de alcatrão, toque levemente adocicado no primeiro toque em boca, perfume suave. Muita elegância e agradável retro olfato. A adstringência é levemente perceptível. Frescor suave.

Harmonização: Carnes de caça, como perdiz, uma polenta com ragu de perdiz "seria uma excelente pedida".

Sugestão de loja que revende o Innominabile : 

* De Marseille - Joinville - vendas@demarseille.com.br

*  Site do Villagio Grando - http://www.villaggiogrando.com.br/



terça-feira, 14 de maio de 2013

WINE BRANDS, a importadora com potencial para empreender seu evento paralelo a Expovinis


Tive o prazer de participar do evento da WINE BRANDS, que ocorreu nos dias  24 e 25 de abril, paralelamente a maior evento da América Latina, a Expovinis.

Com maestria este evento pôde ocorrer sem comprometer quem sentia necessidade de presenciar também os movimentos da Expovinis.

Produtores de tradição e respeito que estiveram presentes, entre eles, destaco:

Tedeschi, Anakena, Chateau Michelle, Bodega Norton, Antinori Cervaro dela Salla 

Sob a supervisão da Fernanda Rodrigues, o evento iniciou seu movimento independente a Expovinis, mostrando perfeitamente a que veio.

Eficiente  também ficou a localização do evento, muito próximo ao Evento da Expovinis, também na Santana.
Com o auxílio de uma van fretada objetivando o transcurso de um evento ao outro também tornou possível o acesso de visitantes que estavam na Expovinis monentos antes.











(As fotos são de autoria de Leticia Vilhalba Prestes)

Site da importadora: WINEBRANDS.COM.BR

terça-feira, 7 de maio de 2013

ESPECIAL !! ALTO DE LA BALLENA, Bodega e Vinhedos - rótulo Syrah Cetus.



Syrah Cetus , rótulo considerado do melhor "não - tannat uruguaio", na região de Maldonado. 

Elaborado em uma região de uma década de existência de vinhedos., localiza-se 
a Alto de Ballena, bodegas e Vinhedos, uma vinícola que se destaca desde sua valorosa formação a partir do casamento de Paula Pivel e Álvaro Lorenzo. Vinícola que percorre uma longa colina  e se estende  ao seu  máximo limite, ao cair na lagoa de El Sauce, apresentando naturalmente em seus vinhedos uma expressiva  influência marítima.

FOTOS valiosas e que mostram os rótulos da Alto de la Balena (olhos  para os assemblages também, como Tannat com Viognier , Tannat, Merlot e Cabernet Franc, entre os outros belos rótulos) ,  e sua benéfica localização para os vinhedos, fornecidas pela http://viagensdacris.com/tag/vinhos/


Adicionar legenda







Matéria especial  de Patrício Tápia sobre os vinhos Uruguaios e o tannat como ícone nacional;




segunda-feira, 29 de abril de 2013

Carvalho Francês, se recordem deste nome





Entre os dias de visita  a Expovinis passei por um stand que já estava presente na lista de visitações de destaque  do evento, no site da EXPOVINIS 2013.

A proposta da CARVALHO FRANCÊS se apresenta  muito atraente, por oferecer um espaço propício para degustações e a sensação de estar no ambiente de uma vinícola, enquanto segue-se degustando vinhos de guarda e vinhos estilo boutique, de pouca produção. Preferencialmente são 6 países (Argentina, Chile, Uruguai, Portugal e Espanha) que  são eleitos para as apresentações em um cenário típico de uma cave.

Conversando com o sommelier Queivin Nicoloso tive a exata sensação de como este pensamento do Bem Servir é apresentado no ambiente da Carvalho Francês.

Para os visitantes que destinaram momentos para passar e conversar com os responsáveis presentes puderam conhecer pessoalmente sobre os projetos futuros da #CarvalhoFrancês. Para aqueles que tem em sua rota de viagens o costume de passar em  Santa Catarina, não percam a oportunidade. 

Ou então... vamos aguardar futuras notícias e novidades.


** No link a seguir é mostrada com detalhes a sede do Espaço que atualmente localizada em Florianópolis.



quinta-feira, 25 de abril de 2013

EXPOVINIS 2013, Primeiro Dia






Ontem, ao visitar a feira Expovinis, elegi um stand de destaque; o stand Wines of Uruguay (número 79).



Mas não vamos acomodar as nossas mentes apenas na cepa Tannat, ícone na produção de vinhos uruguaios.
No stand  também constam vinhos assemblage, curiosos blends , muito interessantes de se experimentar, como por exemplo Viognier com  Tannat e também o Pinot Noir com Tannat.

Ripasso de Tannat, outra bela apresentação.

Destaque também para a Sommelière Executiva do Grupo Egeu  Eliana Araújo, que está presente no stand para falar de  brancos e tintos de 4 regiões produtoras do Uruguay, com a apresentação intitulada por ela de:
"Um País, 4 regiões".
As Regiões e Produtores  apresentados no stand são:  Canelones (Marichal de Juan Andrés Marichal e Reinaldo De Lucca- Colorado/Canelones), Maldonado (Bodegas Garzon), Cerro Chapeu (Carrau ) e Colônia (Finca Narbona).

Segue o link do Blog do Jeriel, que destaca o stand do Uruguay:

http://blogdojeriel.com.br/2013/04/balanco-do-primeiro-dia-no-estande-da-wines-of-uruguay-na-expovinis-sucesso-absoluto/


Hoje, dia 25 e dia 26, ainda segue o evento, portanto, não percam a oportunidade.








quinta-feira, 11 de abril de 2013

Laboratório

Meus queridos leitores do Blog Atmosfera



Aguardem por  reformulações de idéias, conceitos, enfim; PROPOSTAS!





Por isso peço a compreensão de todos e lhes desejo um excelente ABRIL DE 2013!

Abraços

Atmosfera

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Calor, pedindo degustações com frescor e muito aromáticas


Vinícola : Santa Digna /  Miguel Torres

O nome de Santa Digna foi dada para as cruzes que marcam os limites dos 

distritos de uma terra. Esses cruzamentos serviram para delimitar territórios, 

simbolizava boa sorte e proteção para aqueles que estavam deixando para 

outros climas.


Miguel Torres tem sua em sua vinícola respeitada atuação em Penedès, 

Espanha, e no Chile trouxe relevância em insistentemente  renovar conceitos 

visando novos métodos tecnológicos para o cultivo e condução das vinhas.



Gewürztraminer Santa Digna 2011




País/Região: Chile/ VALE DE CURICÓ

Cor: Amarelo brilhante

Aroma: Floral, rosas brancas e jasmim. Também perceptível foram as notas 
de maçã e lima. Um leve toque de nuts, tipo avelã. Perfumado.

Boca: Frescor em boca. Volumoso, boa persistência, com os toques naturais da variedade Gewürztraminer, com acidez equilibrada. Sabor de lima, mel, leve suavidade acompanhando a acidez,  muitas vezes gosto dessa parceria no verão!! Boa persistência.

Harmonizações: Frutos do mar, ostras se dariam muito bem nessa combinação. Eu experimentei sozinho, achei simpático, mas vejo que com uma compatibilização com um prato que sirva peixes brancos ou nossa ostra comentada, cairia perfeitamente.


Ostras (fonte: internet)

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Abrimos os minutos antecedentes a 2013 com um alegre Torrontés!!


Bodega Los Haroldos 

O grupo Família Falasco é composto por duas vinícolas, uma delas se chama Bodega Los Haroldos.

A Bodega Los Haroldos se trata de um grupo econômico jovem, com sólidos projetos e que produz vinhos de excelente relação custo benefício.

· 


Los Haroldos Torrontés 2011



Produtor: Los Haroldos

País: Argentina

Região: Mendoza

Uva: Torrontés

Teor Alcoólico: 12,5%

Nota:

O los Haroldos Torrontés foi premiado com a Medalha de Ouro e Best Buy - Argentina Wine Awards safra  2007.

Vinho de cor amarela , com reflexos esverdeados. No nariz apresenta aromas florais lembrando rosas e jasmim, e pêssegos.
Vinho jovem, com baixo teor alcoólico e boa sugestão para começar os trabalhos de uma grande festividade que promete!

Harmonização: Pode-se servir sozinho ou acompanhado de entradas feitas com peixe, saladas diversas de peso leve.
No nosso caso degustamos acompanhado de uma saladinha de bacalhau com grão de bico adicionado a outros ingredientes como: cebola, salsa, azeitonas pretas e tomates), e mais um arroz a grega feito com  quinua que harmonizou super bem. 

Los Haroldos torrontés não passou desapercebido, muito pelo contrário, se integrou alegremente ao início das festividades.

Os bons coadjuvantes sabem muito bem cumprir com seus papéis sem comprometer a sequência das harmonizações.


(foto pesquisada no Google)


Um brinde a todos, um Brinde a 2013!!





quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Quantum Classic Ruby



Ao "bater" aquele clima mais refrescante, em virtude de uma chuva consequentemente propiciar temperaturas mais amenas, você pode ousar no seu verão e acompanhar o seu jantar ou almoço de final de semana, harmonizado com um vinho tinto....e por que não?!

Ainda mais se você eleger esses momentos específicos para experimentar um vinho que contenha algumas particularidades, um ótimo motivo para tender para um vinho de estilo tinto.

No nosso caso aqui falo rapidamente sobre um vinho tinto da região da Africa do Sul, que contém seu diferencial por oferecer um corte de uvas fora do nosso normal, do nosso dia-a-dia.


Vinícola Du Toitskloof  

Quantum Classic Ruby Red






País/ Região :  África do Sul /Rawsonville

Vinícola: Du Toitskloof  


Seis produtores de vinhos tornaram a Du Toitskloof uma realidade através da formação de uma cooperativa em 1962. Desde então a vinícola recebe várias premiações, também em virtude de seus vinhos  serem de qualidade e ótimo custo benefício. O solo da região é privilegiada para a produção de uvas, com características pedregosas, favorecendo uma melhor drenagem.
A vinicola atualmente produz 10.000 litros de vinhos/ano a partir de 13.500 toneladas de uvas, das quais 60% são brancas e 40% tintas.

A casta Ruby cabernet, não é muito difundida, foi criada para se obter a qualidade da uva Cabernet Sauvignon e unir à resistência a climas mais quentes, como é o caso da uva Carignan. Foi um cruzamento obtido através de pesquisas realizadas na Universidade da Califórnia de Davis, e que tem demonstrado também boa adaptação na Africa do Sul



 Uvas: Blend  - Pinotage / Merlot / Rubi cabernet

O blend Quantum Classic Ruby Red foi desenvolvido a partir da utilização da emblemática uva da Africa do Sul (Pinotage = cruzamento da uva  Pinot Noir com a uva Hermitage) com o acrésimo de uma uva rara, chamada Rubi Cabernet (cruzamento das uvas Cabernet com a Carignan) , e associada a uva Merlot, para emprestar maior acidez e  maciez no palato, finalizando um interessante equilíbrio ao vinho.

Grad. Alc.: 14,5%

Avaliação




Visual: Cor rubi intenso, com reflexos violáceos.

Aroma: Frutado, oferece maior destaque para morangos e amoras, com boas nuances de especiarias.

Gustativo: Na boca apresenta-se como um vinho redondo,a acidez em enquilíbrio, a fruta é perceptível e também percebe-se um toque fumado, proveniente dos seis meses em barricas de carvalho francês. Bom volume e final em boca,  de regular persistência.

Harmonização: Churrascos, massas com molhos ricos em carne moída, como por exemplo, molho à bolonhesa.


Distribuidora: Ravin

Preço: faixa dos 40,00


Um brinde!


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Temperaturas em combustão pedem borbulhas para refrescar


A sensação é de seu organismo implorar por  uma refrescância que possa aliviar o calor inebriante destes últimos dias!!

Por isso apresento aqui dois simpáticos espumantes;  cada um recebe processo de vinificação diferente - o Andinas Cumbres Brut passa pelo método Clássico, ou também chamado método Tradicional ("champenoise", em que o processo da fermentação se desenrola na própria garrafa, recebendo  garrafa-e-garrafa a ação da "remuage"-as garrafas são inclinadas e periodicamente giradas para que as leveduras se misturem ao vinho, e com o tempo as leveduras mortas possam descer na abertura do gargalo da garrafa inicial) e o Andinas Cumbres Rosé recebe o processo Charmat (método em que o vinho passa pelo processo de fermentação sendo submetido a isto em tanques de alumínio-"autoclaves").

Havíamos experimentado inicialmente o espumante rosé, e na sequência o espumante brut finalizou o enredo exuberante do calor!!



  1. Andinas Cumbres Brut Rosé




Vinícola: Andinas Cumbres Andes

Região: Coquimbito , Maipu /Argentina

Importadora: MS Import

Uvas: Malbec, Chardonnay e Chenin Blanc (de diferentes regiões da Província de Mendoza, Argentina)

Método: Charmat

Grad. Alc.: 12,3%



Avaliação

Visual: Carmim intenso e brilhante, boa predominação de carbonização. Perlage Média.

Aroma: Frutas vermelhas, como cereja. Perfumado.

Sabor: Frutas vermelhas, e novamente as cerejas aparecem novamente em predominância, um espumante rosé agradável e com boa persistência na boca. Refrescância também acompanha para equilibrar com  o volume percebido neste rosé, muito devido a elaboração  com a variedade malbec, uma uva tinta que tem destaque nas produções Argentinas. Uma certa característica tânica desta uva também pode ser percebida, nada que desagrade no palato.Um vinho por fim bem frutado e agradável


Andinas Cumbres Brut





Vinícola: Andinas Cumbres Andes

Detalhe: Vinhedos irrigados pelas águas provenientes dos degelos vindos das Cordilheiras dos Andes

Região: Coquimbito , Maipu /Argentina

Importadora: MS Import

Uvas: Chardonnay e Chenin Blanc

Método: Tradicional

Grad. Alc.: 12,3%

Avaliação

Visual:: Cor dourada brilhante com reflexos esverdeados e frescor orinalmente da jovialidade da chenin blanc. Boa perlage, com as abundantes borbulhas, boa perlage.

Aroma: de flores e frutas brancas.

Sabor: Em boca, presença de frutas brancas, como pêra e maçãs. Equilíbrio entre acidez e e açúcar residual.É um espumante refrescante e fácil de degustar, perfeito para um dia como os descritos acima!!

Um brinde a todos e boa degustação!













segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Vamos experimentar algumas harmonizações?!


Compatibilizações são a mesma coisa que se falar sobre harmonizações. E aqui no nosso caso, primordialmente se trata de combinar um prato com uma boa harmonia com o vinho.

Por exemplo, posso dizer sobre o dia que uma receita foi oportuna nesse caso, pois tratou muito bem deste momento, em que os elementos, o aspecto da untuosidade e intensidade do prato com a personalidade do vinho representaram muito bem a harmonia entre todos esses elementos, juntos e unidos venceremos!

Aproveitei uma leve brecha que o astro rei nos deu, estando em harmonia com uma brisa amigável que combinou para nos dar sensação de estarmos no clima de primavera, para experimentar uma receita com um vinho tinto de corpo médio alto, estruturado.


O prato foi um Chilli com carne  e o vinho que optei para traçar essa  compatibilização por semelhança de pesos foi o
Perez Cruz Syrah Limited Edition 


Chilli com carne

1 kg de carne de vaca moída
0,5 kg de carne de porco picada
2 cebolas
azeite
1 lata de tomate
qtde referente a 2 latas de feijao escarnado
1 colher de chá de Garam Massala (mistura de especiarias indianas)
2 malaguetas secas
pimenta da terrra
molho inglês
catchup
açucar mascavo
2 colheres de chá de cacau
alho em pó
1 broa de milho
queijo ralado para gratinar


Pique as cebolas e refogue ligeiramente em azeite. Junte as malaguetas, a pimenta o louro e o alho em pó.
Adicione a carne moida. Deixe cozinhar por um tempo, adicione o tomate.Após 1 hora em fogo brando, junte o cacau, molho inglês , o açucar mascavo, o catchup (para temperar a acidez excessiva do tomate e da pimenta).

Agora adicione o feijão e deixe apurando.

Adicione a broa de milho ralada, com uma colher de azeite (para ligar e não ficar seca).

Rale boa quantidade de queijo para colocar como cobertura.

Cubra o preparo anterior que contem o feijao com a broa ralada e após o queijo.

Leve ao forno para tostar a broa a gratinar o queijo.

Gram Massala 

Pimenta da Terra

Para acompanhar esta intensa estrutura do Chilli nada melhor do que equilibrar com um vinho que possa acompanhar a gordura acentuada das carnes, do queijo e do próprio feijão, entre outros ingredientes. A minha escolha aqui foi o Perez Cruz Syrah, que possui o clássico aspecto das especiarias, do syrah, e por ser um vinho de nivel encorpado pode se nivelar na altura do imponente Chilli. 

No caso da  minha experiencia eu achei  que tinha sido um pouco ousada, digamos que os elementos do vinho poderiam quase ser ultrapassados pelos possantes ingredientes do prato, quase passando por cima do vinho, senão houvesse a característica " massuda "  do carmenère. 


SYRAH Limited Editition

Uvas: 93% syrah
           7% carmenère
Safra: 2009

Aroma: frutos negros, especiarias e toque fumado.

Palato:  Estruturado, com corpo em boca. Gosto de marmelada ! 

Este vinho passa por barricas francesas pelo tempo de 16 meses.




OBS: Outras opções;
*  também poderia ser de compatibilização de pesos contrários, no caso podendo ser aqui um bom espumante, com sua acidez bem presente.  Aliando as caracteristicas de frescor e refrescância com suas borbulhas, para lavar as papilas gustativas, seria outra  boa dica.
* ou que tal experimentar um vinho português, da região do Alentejo, que ofereça um desejável equilíbrio entre acidez e taninos, adicionado a um corpo que possa suportar essa parceria com o nosso Chilli?

Já compreendemos que existe um universo de possibilidades de rótulos advindos de diversas procedências. Dependendo da sua proposta para compatibilizar de acordo com o peso do prato,  o encontro entre esses dois astros: vinho e comida-- quanto mais houver o desejo para que seja uma parceria à altura do seu momento e sentimento--será memorável.















quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Estimativas para o consumo de vinho brasileiro


CONSUMO DE VINHO PODE CRESCER de 2 para 8
 
 
 
garrafas per capita!

 

 


O consumo de vinho dos brasileiros poderá aumentar de duas para oito garrafas per capita
 
por ano, tornando o País um dos maiores mercados da bebida no mundo, segundo o
 
coordenador  do Comitê do Vinho da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio), Didú Russo. A meta foi calculada com base no potencial de mercado, que é de




30 milhões de pessoas com condições de comprar uma garrafa por semana, e no preço
 
médio gasto pelo brasileiro com vinho, que é R$ 25.

Esse aumento de consumo será possível com a desistência do governo em impor
 
salvaguardas ao vinho importado. Quem pediu o cancelamento da medida foi o próprio
 
Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), órgão que antes defendia restrições aos produtos
 
estrangeiros.







O fim das exigências ocorreu após um acordo entre os principais grupos de importadores e
 
fabricantes brasileiros. Como contrapartida, os importadores concordaram em aumentar
 
para 25% a presença de vinhos finos nacionais nos supermercados e para 15% nos
 
comércios varejistas.





Para o diretor presidente da Vinícola Casa Valduga, João Valduga, o que se estabeleceu foi
 
um "acordo de cavalheiros", que evitará o desperdício de 28 toneladas de uvas viníferas (
 
(usadas na fabricação de vinhos finos). "Se os importadores nos ajudarem um pouco (os
 
fabricantes), como eles prometeram, nós conseguiremos salvar o setor vinícola brasileiro",
 
afirma.



Os importadores, entretanto, destacam que o comércio de vinhos não deve continuar com a
 
rota média de crescimento de 15% ao ano. O dono da importadora Decanter, Adolar Léo
 
Hermann, explica que fatores como a queda na safra 2012/2013 influenciarão o setor, mas
 
que a importação não será prejudicada pelo acordo. "Todo importador vai se dedicar de
 
alguma forma ao vinho nacional, deixando um espaço que é justo", diz.





Fabricantes e importadores afirmam que a carga tributária sobre o vinho ainda é o maior
 
empecilho para o desenvolvimento do mercado no Brasil. "É necessário reduzir o ICMS de
 
25% para no máximo 18%. A salvaguarda seria um retrocesso de 10 anos", afirma o
 
presidente da importadora Mistral, Ciro Lilla.

 
O presidente da Vinícola Miolo, Darcy Miolo, diz que o desinteresse do brasileiro em
 
consumir vinho se deve às altas taxas, que encarecem o produto final. "Com uma redução
 
de impostos, a quantia que conseguiríamos baixar seria repassada diretamente ao
 
consumidor", diz

 
As associações contam ainda com a criação de um Fundo de Investimento para o setor, de
 
acordo com Didú Russo. A ideia, que tem como objetivo estimular o consumo nacional, será
 
discutida na próxima reunião do comitê da Fecomércio, na segunda-feira.

Fonte: Estadão