terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Abrimos os minutos antecedentes a 2013 com um alegre Torrontés!!


Bodega Los Haroldos 

O grupo Família Falasco é composto por duas vinícolas, uma delas se chama Bodega Los Haroldos.

A Bodega Los Haroldos se trata de um grupo econômico jovem, com sólidos projetos e que produz vinhos de excelente relação custo benefício.

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Los Haroldos Torrontés 2011



Produtor: Los Haroldos

País: Argentina

Região: Mendoza

Uva: Torrontés

Teor Alcoólico: 12,5%

Nota:

O los Haroldos Torrontés foi premiado com a Medalha de Ouro e Best Buy - Argentina Wine Awards safra  2007.

Vinho de cor amarela , com reflexos esverdeados. No nariz apresenta aromas florais lembrando rosas e jasmim, e pêssegos.
Vinho jovem, com baixo teor alcoólico e boa sugestão para começar os trabalhos de uma grande festividade que promete!

Harmonização: Pode-se servir sozinho ou acompanhado de entradas feitas com peixe, saladas diversas de peso leve.
No nosso caso degustamos acompanhado de uma saladinha de bacalhau com grão de bico adicionado a outros ingredientes como: cebola, salsa, azeitonas pretas e tomates), e mais um arroz a grega feito com  quinua que harmonizou super bem. 

Los Haroldos torrontés não passou desapercebido, muito pelo contrário, se integrou alegremente ao início das festividades.

Os bons coadjuvantes sabem muito bem cumprir com seus papéis sem comprometer a sequência das harmonizações.


(foto pesquisada no Google)


Um brinde a todos, um Brinde a 2013!!





quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Quantum Classic Ruby



Ao "bater" aquele clima mais refrescante, em virtude de uma chuva consequentemente propiciar temperaturas mais amenas, você pode ousar no seu verão e acompanhar o seu jantar ou almoço de final de semana, harmonizado com um vinho tinto....e por que não?!

Ainda mais se você eleger esses momentos específicos para experimentar um vinho que contenha algumas particularidades, um ótimo motivo para tender para um vinho de estilo tinto.

No nosso caso aqui falo rapidamente sobre um vinho tinto da região da Africa do Sul, que contém seu diferencial por oferecer um corte de uvas fora do nosso normal, do nosso dia-a-dia.


Vinícola Du Toitskloof  

Quantum Classic Ruby Red






País/ Região :  África do Sul /Rawsonville

Vinícola: Du Toitskloof  


Seis produtores de vinhos tornaram a Du Toitskloof uma realidade através da formação de uma cooperativa em 1962. Desde então a vinícola recebe várias premiações, também em virtude de seus vinhos  serem de qualidade e ótimo custo benefício. O solo da região é privilegiada para a produção de uvas, com características pedregosas, favorecendo uma melhor drenagem.
A vinicola atualmente produz 10.000 litros de vinhos/ano a partir de 13.500 toneladas de uvas, das quais 60% são brancas e 40% tintas.

A casta Ruby cabernet, não é muito difundida, foi criada para se obter a qualidade da uva Cabernet Sauvignon e unir à resistência a climas mais quentes, como é o caso da uva Carignan. Foi um cruzamento obtido através de pesquisas realizadas na Universidade da Califórnia de Davis, e que tem demonstrado também boa adaptação na Africa do Sul



 Uvas: Blend  - Pinotage / Merlot / Rubi cabernet

O blend Quantum Classic Ruby Red foi desenvolvido a partir da utilização da emblemática uva da Africa do Sul (Pinotage = cruzamento da uva  Pinot Noir com a uva Hermitage) com o acrésimo de uma uva rara, chamada Rubi Cabernet (cruzamento das uvas Cabernet com a Carignan) , e associada a uva Merlot, para emprestar maior acidez e  maciez no palato, finalizando um interessante equilíbrio ao vinho.

Grad. Alc.: 14,5%

Avaliação




Visual: Cor rubi intenso, com reflexos violáceos.

Aroma: Frutado, oferece maior destaque para morangos e amoras, com boas nuances de especiarias.

Gustativo: Na boca apresenta-se como um vinho redondo,a acidez em enquilíbrio, a fruta é perceptível e também percebe-se um toque fumado, proveniente dos seis meses em barricas de carvalho francês. Bom volume e final em boca,  de regular persistência.

Harmonização: Churrascos, massas com molhos ricos em carne moída, como por exemplo, molho à bolonhesa.


Distribuidora: Ravin

Preço: faixa dos 40,00


Um brinde!


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Temperaturas em combustão pedem borbulhas para refrescar


A sensação é de seu organismo implorar por  uma refrescância que possa aliviar o calor inebriante destes últimos dias!!

Por isso apresento aqui dois simpáticos espumantes;  cada um recebe processo de vinificação diferente - o Andinas Cumbres Brut passa pelo método Clássico, ou também chamado método Tradicional ("champenoise", em que o processo da fermentação se desenrola na própria garrafa, recebendo  garrafa-e-garrafa a ação da "remuage"-as garrafas são inclinadas e periodicamente giradas para que as leveduras se misturem ao vinho, e com o tempo as leveduras mortas possam descer na abertura do gargalo da garrafa inicial) e o Andinas Cumbres Rosé recebe o processo Charmat (método em que o vinho passa pelo processo de fermentação sendo submetido a isto em tanques de alumínio-"autoclaves").

Havíamos experimentado inicialmente o espumante rosé, e na sequência o espumante brut finalizou o enredo exuberante do calor!!



  1. Andinas Cumbres Brut Rosé




Vinícola: Andinas Cumbres Andes

Região: Coquimbito , Maipu /Argentina

Importadora: MS Import

Uvas: Malbec, Chardonnay e Chenin Blanc (de diferentes regiões da Província de Mendoza, Argentina)

Método: Charmat

Grad. Alc.: 12,3%



Avaliação

Visual: Carmim intenso e brilhante, boa predominação de carbonização. Perlage Média.

Aroma: Frutas vermelhas, como cereja. Perfumado.

Sabor: Frutas vermelhas, e novamente as cerejas aparecem novamente em predominância, um espumante rosé agradável e com boa persistência na boca. Refrescância também acompanha para equilibrar com  o volume percebido neste rosé, muito devido a elaboração  com a variedade malbec, uma uva tinta que tem destaque nas produções Argentinas. Uma certa característica tânica desta uva também pode ser percebida, nada que desagrade no palato.Um vinho por fim bem frutado e agradável


Andinas Cumbres Brut





Vinícola: Andinas Cumbres Andes

Detalhe: Vinhedos irrigados pelas águas provenientes dos degelos vindos das Cordilheiras dos Andes

Região: Coquimbito , Maipu /Argentina

Importadora: MS Import

Uvas: Chardonnay e Chenin Blanc

Método: Tradicional

Grad. Alc.: 12,3%

Avaliação

Visual:: Cor dourada brilhante com reflexos esverdeados e frescor orinalmente da jovialidade da chenin blanc. Boa perlage, com as abundantes borbulhas, boa perlage.

Aroma: de flores e frutas brancas.

Sabor: Em boca, presença de frutas brancas, como pêra e maçãs. Equilíbrio entre acidez e e açúcar residual.É um espumante refrescante e fácil de degustar, perfeito para um dia como os descritos acima!!

Um brinde a todos e boa degustação!













segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Vamos experimentar algumas harmonizações?!


Compatibilizações são a mesma coisa que se falar sobre harmonizações. E aqui no nosso caso, primordialmente se trata de combinar um prato com uma boa harmonia com o vinho.

Por exemplo, posso dizer sobre o dia que uma receita foi oportuna nesse caso, pois tratou muito bem deste momento, em que os elementos, o aspecto da untuosidade e intensidade do prato com a personalidade do vinho representaram muito bem a harmonia entre todos esses elementos, juntos e unidos venceremos!

Aproveitei uma leve brecha que o astro rei nos deu, estando em harmonia com uma brisa amigável que combinou para nos dar sensação de estarmos no clima de primavera, para experimentar uma receita com um vinho tinto de corpo médio alto, estruturado.


O prato foi um Chilli com carne  e o vinho que optei para traçar essa  compatibilização por semelhança de pesos foi o
Perez Cruz Syrah Limited Edition 


Chilli com carne

1 kg de carne de vaca moída
0,5 kg de carne de porco picada
2 cebolas
azeite
1 lata de tomate
qtde referente a 2 latas de feijao escarnado
1 colher de chá de Garam Massala (mistura de especiarias indianas)
2 malaguetas secas
pimenta da terrra
molho inglês
catchup
açucar mascavo
2 colheres de chá de cacau
alho em pó
1 broa de milho
queijo ralado para gratinar


Pique as cebolas e refogue ligeiramente em azeite. Junte as malaguetas, a pimenta o louro e o alho em pó.
Adicione a carne moida. Deixe cozinhar por um tempo, adicione o tomate.Após 1 hora em fogo brando, junte o cacau, molho inglês , o açucar mascavo, o catchup (para temperar a acidez excessiva do tomate e da pimenta).

Agora adicione o feijão e deixe apurando.

Adicione a broa de milho ralada, com uma colher de azeite (para ligar e não ficar seca).

Rale boa quantidade de queijo para colocar como cobertura.

Cubra o preparo anterior que contem o feijao com a broa ralada e após o queijo.

Leve ao forno para tostar a broa a gratinar o queijo.

Gram Massala 

Pimenta da Terra

Para acompanhar esta intensa estrutura do Chilli nada melhor do que equilibrar com um vinho que possa acompanhar a gordura acentuada das carnes, do queijo e do próprio feijão, entre outros ingredientes. A minha escolha aqui foi o Perez Cruz Syrah, que possui o clássico aspecto das especiarias, do syrah, e por ser um vinho de nivel encorpado pode se nivelar na altura do imponente Chilli. 

No caso da  minha experiencia eu achei  que tinha sido um pouco ousada, digamos que os elementos do vinho poderiam quase ser ultrapassados pelos possantes ingredientes do prato, quase passando por cima do vinho, senão houvesse a característica " massuda "  do carmenère. 


SYRAH Limited Editition

Uvas: 93% syrah
           7% carmenère
Safra: 2009

Aroma: frutos negros, especiarias e toque fumado.

Palato:  Estruturado, com corpo em boca. Gosto de marmelada ! 

Este vinho passa por barricas francesas pelo tempo de 16 meses.




OBS: Outras opções;
*  também poderia ser de compatibilização de pesos contrários, no caso podendo ser aqui um bom espumante, com sua acidez bem presente.  Aliando as caracteristicas de frescor e refrescância com suas borbulhas, para lavar as papilas gustativas, seria outra  boa dica.
* ou que tal experimentar um vinho português, da região do Alentejo, que ofereça um desejável equilíbrio entre acidez e taninos, adicionado a um corpo que possa suportar essa parceria com o nosso Chilli?

Já compreendemos que existe um universo de possibilidades de rótulos advindos de diversas procedências. Dependendo da sua proposta para compatibilizar de acordo com o peso do prato,  o encontro entre esses dois astros: vinho e comida-- quanto mais houver o desejo para que seja uma parceria à altura do seu momento e sentimento--será memorável.















quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Estimativas para o consumo de vinho brasileiro


CONSUMO DE VINHO PODE CRESCER de 2 para 8
 
 
 
garrafas per capita!

 

 


O consumo de vinho dos brasileiros poderá aumentar de duas para oito garrafas per capita
 
por ano, tornando o País um dos maiores mercados da bebida no mundo, segundo o
 
coordenador  do Comitê do Vinho da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio), Didú Russo. A meta foi calculada com base no potencial de mercado, que é de




30 milhões de pessoas com condições de comprar uma garrafa por semana, e no preço
 
médio gasto pelo brasileiro com vinho, que é R$ 25.

Esse aumento de consumo será possível com a desistência do governo em impor
 
salvaguardas ao vinho importado. Quem pediu o cancelamento da medida foi o próprio
 
Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), órgão que antes defendia restrições aos produtos
 
estrangeiros.







O fim das exigências ocorreu após um acordo entre os principais grupos de importadores e
 
fabricantes brasileiros. Como contrapartida, os importadores concordaram em aumentar
 
para 25% a presença de vinhos finos nacionais nos supermercados e para 15% nos
 
comércios varejistas.





Para o diretor presidente da Vinícola Casa Valduga, João Valduga, o que se estabeleceu foi
 
um "acordo de cavalheiros", que evitará o desperdício de 28 toneladas de uvas viníferas (
 
(usadas na fabricação de vinhos finos). "Se os importadores nos ajudarem um pouco (os
 
fabricantes), como eles prometeram, nós conseguiremos salvar o setor vinícola brasileiro",
 
afirma.



Os importadores, entretanto, destacam que o comércio de vinhos não deve continuar com a
 
rota média de crescimento de 15% ao ano. O dono da importadora Decanter, Adolar Léo
 
Hermann, explica que fatores como a queda na safra 2012/2013 influenciarão o setor, mas
 
que a importação não será prejudicada pelo acordo. "Todo importador vai se dedicar de
 
alguma forma ao vinho nacional, deixando um espaço que é justo", diz.





Fabricantes e importadores afirmam que a carga tributária sobre o vinho ainda é o maior
 
empecilho para o desenvolvimento do mercado no Brasil. "É necessário reduzir o ICMS de
 
25% para no máximo 18%. A salvaguarda seria um retrocesso de 10 anos", afirma o
 
presidente da importadora Mistral, Ciro Lilla.

 
O presidente da Vinícola Miolo, Darcy Miolo, diz que o desinteresse do brasileiro em
 
consumir vinho se deve às altas taxas, que encarecem o produto final. "Com uma redução
 
de impostos, a quantia que conseguiríamos baixar seria repassada diretamente ao
 
consumidor", diz

 
As associações contam ainda com a criação de um Fundo de Investimento para o setor, de
 
acordo com Didú Russo. A ideia, que tem como objetivo estimular o consumo nacional, será
 
discutida na próxima reunião do comitê da Fecomércio, na segunda-feira.

Fonte: Estadão

 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Vinícola investe na carreira de Mulheres sul africanas que querem seguir no mundo do vinho

Vinícola investe em mulheres que vão seguir carreira no mundo do vinho

11/Outubro/2012
Matéria extraída da Revista Adega Online

A vinícola sul-africana Jordan Wine Estatete criou um mecanismo de apoio que irá ajudar mulheres no Reino Unido e na África do Sul que querem seguir carreira na indústria vinícola. A iniciativa começará em 2013 com o patrocínio de cursos dedicados a mulheres.
divulgação
Kahty Jordan e seu marido Gary


No Reino Unido a vinícola irá ajudar o Plumpton College, um curso que faz visitas a vinícolas, à região e ensina os processos de fabricação. Na África do Sul a iniciativa irá oferecer a oportunidade de mulheres negras de baixa renda, que estudam jornalismo ou marketing,fazerem cursos na Wine & Spirit Education Trust.
Kahty Jordan, proprietária da vinícola e coordenadora do projeto, afirmou ter escolhido a Inglaterra por ser um mercado muito importante para os vinhos sul- africanos. E conta que na África do Sul existem muitas mulheres negras, que na integração pós-apartheid, se mostrara, muito interessadas no vinho e em sua produção.
No entanto, ela lamenta que o consumo de vinhos no país ainda seja baixo, 7 litros per capita. "Tem muita coisa acontecendo ao redor do mundo do vinho, mas não é nem a ponta do iceberg do que poderia acontecer", fala.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Altair 2006, um vinho para impressionar e ainda por muito tempo porvir

Estive trabalhando no stand do Altair, no evento Wines of Chile que se realizou no Hotel Unique, em São Paulo.



Altair 2006 - 93P RP


Vinicola: Altair (72 hectares)

Sociedade feita entre empresários do Chile (Guillermo Luksic) e da França (Laurent Dassault, Saint Emillion). Propriedade desde 2002

Enóloga: Ana Maria Cummsille Ubago



Região: Cachapoal (sopé das Cordilheiras dos Andes)

Uvas: Blend das uvas Cabernet Sauvignon (70%) , Carmenére (17%), Merlot, Syrah, Carbernet Franc, Petit Verdot

Teor Alc.: 14%

Envelhecimento: 12 meses em carvalho francês, 80% novas e 20% segundo uso

O Altair é um vinho elegante, com ótimo volume em boca, ainda fechado (necessitando deixar aberta garrafa por pelo menos 40 minutos a 1 hora).
Coloração púrpura profunda com reflexos violáceos.
Fruta muito aparente, nos aromas quanto em boca, pode-se ainda se descobrir os aromas no girar por muitas vezes a sua taça.
Presença de frutas negras maduras, aromas de cassis, amora, baunilha e cedro devido a madeira (em que se utilizam 80% novas e 20% segundo uso). Percepções de especiarias, quando já estão abertos os aromas.
É um vinho estruturado, com acidez equilibrada juntamente com os taninos domados.
A persistência tanto em boca, no retro olfato é intenso.
O perfume se observa do começo ao fim, no inicio como um convite para o que virá depois..
Por isso e outros detalhes o Altair numa degustação conseguiu estar ao lado ou passar a frente dos privilegiados ícones chilenos, como por exemplo Don Melchor e Santa Rita.

Se harmoniza muito bem com vinhos de caça, com certa aromaticidade nas especiarias e condimentos utilizados. Carnes de cordeiro, leitão, por exemplo,também estariam bem representados.

Me disseram que o restaurante da vinícola Altair é um dos mais visitados pela qualidade percebida.

Sugestões para uma harmonização serão aceitas!