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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Vinícola investe na carreira de Mulheres sul africanas que querem seguir no mundo do vinho

Vinícola investe em mulheres que vão seguir carreira no mundo do vinho

11/Outubro/2012
Matéria extraída da Revista Adega Online

A vinícola sul-africana Jordan Wine Estatete criou um mecanismo de apoio que irá ajudar mulheres no Reino Unido e na África do Sul que querem seguir carreira na indústria vinícola. A iniciativa começará em 2013 com o patrocínio de cursos dedicados a mulheres.
divulgação
Kahty Jordan e seu marido Gary


No Reino Unido a vinícola irá ajudar o Plumpton College, um curso que faz visitas a vinícolas, à região e ensina os processos de fabricação. Na África do Sul a iniciativa irá oferecer a oportunidade de mulheres negras de baixa renda, que estudam jornalismo ou marketing,fazerem cursos na Wine & Spirit Education Trust.
Kahty Jordan, proprietária da vinícola e coordenadora do projeto, afirmou ter escolhido a Inglaterra por ser um mercado muito importante para os vinhos sul- africanos. E conta que na África do Sul existem muitas mulheres negras, que na integração pós-apartheid, se mostrara, muito interessadas no vinho e em sua produção.
No entanto, ela lamenta que o consumo de vinhos no país ainda seja baixo, 7 litros per capita. "Tem muita coisa acontecendo ao redor do mundo do vinho, mas não é nem a ponta do iceberg do que poderia acontecer", fala.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Barrricas de Madeira, antes somente utilizadas como recipientes de transporte

Na aula de ontem da ABS, o professor Mário Teles comentou sobre o inicio da valorização do uso de barricas. Contou que Carlos Magno, considerado “o primeiro rei enólogo da França” - pois se interessava por muitos aspectos do terroir e o vinho em si – proibiu o uso de qualquer recipiente que não fosse barrica de madeira visando um melhor transporte dos vinhos franceses.

Antigamente, também se utilizava uma espécie de sacola-mochilões de couro, que ao final se traduziriam num  vinho  impregnado de aromas indesejáveis e de gostos duvidosos!




(Segue abaixo uma parte da matéria sobre Barricas de Carvalho, extraída da WINE EXPERTS, especialistas do vinho)





Barricas de Carvalho

O ano de 1990 marca o início da explosão da utilização da barrica em vinhos finos, a qual atingiu seu apogeu em 1995. Toda a Europa foi contaminada com o vírus da “barriquite”. Mesmo os vinhos assim chamados de garagem fizeram uso indiscriminado da barrica na década de 90.

A máxima nesse período era: Quanto mais madeira melhor e quanto mais cara for a barrica melhor ainda. O equilíbrio só foi atingido após o início dos anos 2000 quando o assim chamado “terroir” voltou à tona e a madeira encontrou o equilíbrio ideal com o sub-extrato, o vinho. Peynaud, na sua sabedoria, já dizia: “Vinho também traz consigo a moda”. Mas quem dita essa moda? Antigamente eram os consumidores, hoje os provadores profissionais de plantão. Essa moda é como um pêndulo de relógio, hora quer-se muita madeira ora quer-se fruta intensa. Madeira não é a melhor coisa nem a pior delas, a arte (e isso  diferencia a genialidade de um enólogo dos demais) está em usá-la de maneira equilibrada, para o maior prazer do apreciador de vinho.


Quais são as qualidades que fazem de uma barrica a melhor?

Tudo começa com a escolha da matéria prima a madeira e a seu manjo.



Existem os 10 mandamentos da barrica celestial:

1- A madeira do carvalho não deve ser serrada, mas sim rachada.

2- A madeira deve secar pelo menos dois anos ao relento.

3- Muita madeira é produzida, mas poucas são as escolhidas.

4- Diversas larguras de aduelas (tábuas encurvadas com que se forma o corpo das barricas) devem ser empregadas para um melhor fechamento e um melhor contato da superfície interna.

5- Barrica em forma de tulipa é a ideal.

6- A forma de tulipa deve ser obtida por aperto lento de um cabo até final da operação.

7- As aduelas devem ser molhadas para conseguir-se a curvatura perfeita.

8- Já com a forma ideal a barrica deve ser queimada na sua face interior por fogo para obter-se uma tosta desejada: baixa tosta; média tosta; alta tosta.

9- A barrica deve ser fechada por uma testeira, e recebe o acabamento com uma lixa delicada.

10- As ferramentas indispensáveis e prioritárias do tanoeiro.



quarta-feira, 6 de abril de 2011

A catalisadora: Concha y Toro

O império da Concha y Toro não para de crescer. A vinícola anunciou a compra da Feltzer Vineyards, maior vinícola de Mendocino, Califórnia.


A Concha y Toro possui 23.475 hectares de vinhedos nas regiões de produção vinícola no Chile e exporta 16 milhões de vinhos, sendo que desse montante, cerca de um terço é destinado ao Reino Unido. O rótulo Casillero del Diablo é o mais procurado pelos britânicos dentre outros do portfólio da Concha y Toro.



(fonte: Revista Adega)